Mostrando postagens com marcador Fetiches. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fetiches. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de julho de 2019

MEU CUNHADO SE MASTURBA CHEIRANDO MINHAS CALCINHAS


 Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos “presenteia”.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina, tinha na época apenas 18 anos e Carlos 27. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas novamente. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
– O que é isso Dinho? – Imagine se seu irmão saiba o que você anda fazendo? – Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? – O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela suas peripécias?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: – O que você quer de mim?
– Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. – Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
 
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: – Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
– Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
– Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. – Você não vai rir de mim, vai? – Claro que não disse.
– Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
– Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
– Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: – Agora? – Na sua frente?
– Claro disse! – Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: – Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
– Me deixa por o pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
– Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
– Me deixa por na sua bundinha então!
– Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
– Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? – E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
– Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
– Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
– Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
– Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
– Devagar, disse. – Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: – Quer chupar minha bucetinha, quer?
– Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. – Deixa vai, por favor!
– Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
– Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
– Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
– Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
– Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
– Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
– Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
 
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
– Desculpe me disse meu cunhadinho: – Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.
Descobri da maneira mais cruel que meu marido até aquele momento nunca tinha tido um caso com minha concunhada a Cristina. Detalhes narrado por meu marido em outros contos
 

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Seduzido pela filha gostosa da minha esposa



Estou casado há mais de 15 anos, e no pacote minha companheira trouxe um casal de filhos. A menina hoje tem 24 anos, estatura média, branquinha. Vou chama-la de MO. Seu irmão já casou e não mora mais com a gente. Sempre tive uma tara por ela, mas nunca fiz nada demais. Essa tara aumentou depois que eu descobri umas fotos dela nua.
Certa manhã eu estava me arrumando pra ir pro trabalho. Minha esposa já tinha saído para trabalhar. Tomei um bom banho e como fazia muito calor, vestí um roupão e fui tomar um cafezinho.
Na cozinha notei que a Mo veio tomar água, de camisolinha de malha.
Ofereci um café, e ela vendo que eu estava esquentando um pãozinho (amanhecido) na frigideira, topou.
Continuei preparando o pão e notei que ela encostou na pia e ficou me olhando no fogão.
Em seguida notei que os seus mamilos estavam começando a aparecer. Perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim.
Terminei de preparar o café e perguntei novamente se estava tudo bem, e ela disse que só estava carente (pois tinha terminado o namoro algumas semanas antes) e queria colo.
Sem perceber nada abri os braços para abraça-la, e ela rapidamente e com um sorriso bem safado veio me abraçar, colocando seus braços dentro do meu roupão (que estava aberto).
Só então notei e pedi desculpa, mas ela me apertou mais e disse que estava gostoso daquele jeito.
Eu tentei empurrar dizendo que eu estava quase nu, e ela disse que não tinha problema. Fiquei de pau duro na hora.
E ela notou e encostou nele, me deixado mais excitado e ofegante.
Em seguida ela desceu a mão e pegou nele com firmeza.
Pedi que ela parasse, mas ela ajoelhou e deu só um beijinho nele. Depois olhou pra mim e perguntou :
- TEM CERTEZA ?
- É MELHOR VOCÊ PARAR - eu respondi mas querendo que ela continuasse e ela respondeu
- TÁ BOM e deu um novo beijo bem na cabeça do meu pau, agora mais demorado me deixando louco.
Quando ela levantou eu a abracei com força levantando-a e encostando ela contra a mesa. Com isso a camisola subiu e a calcinha minúscula deixou seu bucetão à mostra.
Abaixei e comecei a chupá-la com tanto tesão que em poucos minutos ela estava gozando em minha boca, um suco quentinho e delicioso.
Ela morrendo de tesão em puxou pelos cabelos e quando eu fiquei em pé, ela me puxou e me abraço.
Sua buceta estava tão molhada que eu entrei direto. Era quente e molhada e ela logo começou a rebolar no meu pau.
Em seguida ela pediu que eu deitasse no chão e veio por cima me dominando completamente.
Ela rebolava alucinadamente ! Eu já sem força senti que ía gozar e tentei empurrar ela mas nesse momento ela gritou que estava gozando e soltou seu peso em cima de mim que acabei gozando (e muito) dentro dela!
Ficamos sem folego no chão por uns instantes até que eu disse que não deveríamos ter feito aquilo. Principalmente por estarmos sem camisinha.
E ela disse que concordava, mas que achou maravilhoso e que ia querer repetir outra vezes.
Desde esse dia, coisas loucas acontecem em casa ...

Meu amigo e minha esposa



Sempre tive muito tesão e mesmo depois de casado fazendo sexo com minha mulher todos os dias, não me sentia totalmente realizado, foi quando um dia entrei num desses sites de contos eroticos e passei a ler os contos, aquilo foi me deixando com muito tesao, então comecei a imaginar minha mulher dando pra outro na minha frente.
Passei a falar com ela sobre essa minha fantasia, ela no inicio achava que eu estava ficando louco, que nunca faria isso, mas com o passar dos tempos, de tanto tocar no assunto ela comecou achar legal, quando tranzava-mos ela sentia mais tesão quando eu falava no ouvido dela enquanto metia meu cassete bem duro na boceta dela, ela ficava toda molhadinha, dizia pra ela, imagine voce metendo gostoso com outro cassete duro ti comendo todinha, empurrando gostoso dentro da sua buceta, nossa ela ia a loucura.
E assim durante muito tempo a gente usava  isso nas nossas tranzas, ate que um dia estávamos em casa, numa sexta feira, tinha-mos chegados do trabalho e tinha passado numa loja de bebidas comprados umas cervejas, e estávamos na cozinha bêbedo quando o telefone toca e era um amigo meu, que trabalhava na mesma empresa, perguntando se estava-mos em casa , eu disse que sim que estava-mos tomando umas cervejas, entao ele perguntou se poderia vir a nossa casa, disse a ele que sim, que seria ótimo, afinal ele tem um bom papo, aliás fala até demais rsrsr.
Algum tempo depois ele chegou e ficamos nós três na cozinha tomando umas geladas, e minha esposa decidiu tomar vinho, coisa que ela gosta muito, depois de muitas cervejas e papo pra la e pra ca, minha esposa me disse que iria pro quarto deitar, porque nao se sentia muito bem, ja tava meio de pileque rsrsr, disse a ela tudo bem, ela foi se deitar, fiquei com meu amigo bebendo.
Um tempo depois ela me chama la do quarto, fui la e ela me disse que estava com vontade de vomitar, disse a ela que iria buscar um balde, fui na area de servico busquei o balde e dei pra ela, foi quando reparei que ela estava só de calcinha e sutiã, uma calcinha preta pequenininha, uma delicia, aquilo foi me dando um tesao enorme, dai me veio na cabeca as minhas fantasias de ver ela metendo com outro cassete, o meu amigo continuava na cozinha, foi me deixando maluco de tesão, deixei ela no quarto e ela já estava um pouco melhor, fui na cozinha e meu amigo perguntou como estava a minha esposa, disse a ele que ela estava um pouco melhor.
Então chamei ele pra ir comigo la no quarto e ele foi, entramos e sentamos na beirada da cama, meu amigo foi logo falando, nossa cara que esposa gostosa você tem, eu disse a ele, é realmente ela e uma delícia, e minha mulher ficou sem saber o que falar, dai passei a mão por cima da bucetinha dela, e falei para o meu amigo pra passar a mão dele também, minha mulher ficou sem reação, mas depois ela me disse que lembrou da minha fantasia, e deixou rolar, dai passei a chupar um dos seios dela, e o meu amigo foi e tirou a calcinha dela e passou a chupar a bucetinha e o grelinho, nossa ela foi ficando toda molhadinha de tesão e eu tambem, ai tiramos as roupas, dei meu cassete duro pra ela chupar enquanto meu amigo chupava a buceta dela, ela olhou pra mim e disse, nossa seu amigo tem um cassetao igual a seu amor, e pegou no cassete do meu amigo e começou a bater uma punheta pra ele, meu amigo quase gozou, ai ele perguntou pra mim se podia colocar o cassete dele dentro da buceta dela, eu perguntei pra ela se ela queria experimentar o cassete dele, ela ja toda cheia de tesão disse que sim que podia, então o meu amigo foi colocando o cassete dele devagar, e eu vendo aquilo de pertinho, nossa me deu o maior tesão, eu olhava pra cara da minha esposa e ela estava com uma carinha de puta, bem safada, até que o meu amigo enfiou tudo na buceta dela, quase gozei quando vi que tinha entrado tudo, perguntei pra ela se ela estava gostando e ela me disse que estava adorando, ai ele foi fazendo movimentos de vai e vem na buceta dela, nossa que tesão, depois minha mulher pediu pra ele comer ela de quatro, pois e a posição favorita dela, ele foi comendo ela bem gostoso, e enquanto isso ela chpava o meu cassete, ficamos assim por vários minutos até que ela me disse que não estava aguentando mais e que iria gozar, foi ai que ela gozou e nós também, não me lembro na minha vida de soltar tanta porra, e o meu amgo encheu a buceta dela de porra também, nossa parecia que ele não gozava a muito tempo, pois soltou um litro de porra na buceta dela, nunca vi minha mulher gemer como gemeu aquela hora, nossa que delícia ela disse, nossa depois dessa, vou querer muitas outras veses, eu disse a ela que tambem tinha gostado muito, e o meu amigo me  disse, nossa quando quiserem novamente é só me chamar que venho correndo, nós três rimos e ficamos deitados descansando um pouco.

sábado, 1 de dezembro de 2018

Minhas amigas taradas



Conto enviado por um leitor anonimo - Tenho hoje 22 anos, moro em São Paulo, Capital, zona leste e sou o cara normal que teve até certo ponto uma vida normal.
Estudei em escola publica e sempre morei na mesma região da cidade, com isso tenho amigos da vida toda e entre eles duas amigas que vim a conhecer desde o primário, na primeira escola onde estudei. E sobre elas que irei narrar minha historia, cheia de sensualidade e certos momentos melados, mas suportem que será bacana.
Samanta é hoje uma mulher linda, tem minha idade e tem um corpo maravilhoso, seios grandes e sempre em destaque pelas roupas que costuma usar, uma bunda proporcional aos seios o que a deixa bem uniforme em sua gostosice,

Veio consertar o PC e me comeu



Conto enviado por um leitor

Há alguns meses que procuro um cara legal para me comer. Tive minha primeira experiência com outro homem por puro acaso, mas muito antes disso acontecer eu já sabia que gostava de um bom pau. Agora eu quero mais e percebi que não é fácil encontrar alguém que seja gostoso, discreto e que faça a coisa com segurança. Sou divorciado, tenho trinta e cinco anos, ainda estou com o corpo em forma, sou muito bem cuidado, moro sozinho, vivo em uma cidade grande e badalada, mas mesmo assim nunca mais deu certo de rolar uma boa sacanagem com ninguém.

Procurar encontros em classificados de putaria, nunca funcionou comigo. Eu tentei, mas os caras só queriam dinheiro e eu nunca me senti confortável nem seguro para dividir meu corpo desse jeito. Saindo da internet e entrando no mundo real, todo mundo sabe que um homem não chega em outro assim tão fácil, é preciso notar alguns sinais. Os homens verdadeiros e mais machos odeiam frescura e atitudes afeminadas. A maioria deles repele e até é agressiva quando alguém aparece com viadagem. Então, não é só uma questão de alguém te agradar, mas é preciso sentir que tem uma chance de rolar uma boa safadeza e de o cara não te dispensar com gritos e xingamentos, como já me aconteceu.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Seduzindo meu chefe casado



No conto de hoje vou contar como comecei a seduzir meu chefe casado, só na maldade mesmo.
Tenho 25 anos, loira, seios médios e durinhos, pernas grossas e longas, sou uma mulherão, como os homens chama “uma cavala”, minha bunda é grande e redonda, gosto de vesti roupas ligas e justas exaltando minha cintura e todo o meu corpo, sou casada a 2 anos com um cara muito legal que amo muito, fazemos um arraso na cama. Apesar de ser uma esposa fiel e nunca ter traído meu marido, sou muito fogosa e adoro quando passo e os homens soltam piadas e ficam olhando para mim, me comendo com os olhos.

sábado, 10 de novembro de 2018

Segredos de um Casal - parte 01


Ola, me chamo Débora, tenho 31 anos e sou casada com Carlos tb com 31 anos, (nomes fictícios) nos amamos muito e gostamos muito de transar. O Carlos gostas de realizar muitas fantasias e eu curto muito também os nossos fetiches, mais ele é bem mais criativo do que eu, somos muitos seguros e ele me passa muita segurança, acho que é muito importante para um casal ter segurança para realizarem a fantasia que quiser, agora vou contar uma de nossas aventuras que acho acho super normal um casal ter essa cumplicidade.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Três Putinhas


Encontrei um amigo, do meu tempo de menino, ele me convidou para um fim de semana em sua chácara, a qual tinha piscina, como estava quente, poderíamos aproveitá-la, já que sua mulher havia viajado com seus filhos para a casa do pai. Seu irmão mais novo ia estar lá, sabia que ele era gay, pois quando menino aproveitei e comi ele algumas vezes. Fui em casa e peguei algumas roupas, inclusive sungas e uns fio dental, para dar um para o irmão de meu amigo e quem sabe comer seu cuzinho. Almoçamos e como tava o maior calorão, fomos jogar bola na piscina. A gente ficou jogando dentro da agua, fazendo a maior zueira, gritando e rindo. Meu amigo Marcio, tinha mais ou menos minha idade sendo mais forte que eu. Sendo da minha altura e com voz bem mais grossa e tinha pelos pelo corpo, constrando comigo que era depiladinho, mas ele nada falou. Estávamos na piscina brincando de vez enquanto notava seu caralho mais grosso, mas fazia vista grossa. De repente apareceu seu irmão, fala fino, tem uns jeitinhos bem femininos, gosta de brincadeiras e coisas de menina. Ele é bonitinho, loirinho de cabelos compridos até os ombros, meio cacheados. Tem olhos azuis e corpo magrinho que nem de menina. Acho que se colocar roupa de mulherzinha nele, fica parecendo menina de verdade. Ele apareceu na piscina com um biquini minúsculo, rosa, daqueles de laçinho do lado! Paramos a brincadeira, ele tava, todo languido, rebolando quando andava. E seus olhos azuis, pareciam sorrir pra onde olhavam. O pintinho todo apertado na tanguinha minúscula e a bundinha redondinha, branca, lisinha, toda de fora. Seu irmão já estava a ver o irmão assim e nem ligou. Então, passada a surpresa continuamos nossas brincadeiras. Mas claro que não conseguia deixar de dar umas olhadinhas na Paula, que era como gostava de ser chamada, de vez em quando. O putinho deitou de bruços na beira da piscina, exibindo sua bundinha empinada e ficou olhando a gente brincando com um olhar distante. Não dei mais atenção a ele.

Saímos da piscina. Tiramos a bermuda molhada, ficamos só de sunga, e fomos brincar no no gramado tendo seu irmão se reunido conosco.

Recomeçamos a jogar e a Paulay entrou também. Mas com seu jeitinho de menina, só dava chutes desajeitados. Me passou uma bola errada, passei ela mal pro Pedro e a bola voou longe, por cima do muro.

Corrí, e sem olhar, pulei e fui pegar a bola. Tinha caido no gramado, perto da piscina do vizinho.

E lá estava um cara grande, forte, de óculos escuros. Todo peludo, de cabelos compridos e barbudo. Parecia um hippie.

Tava sentado numa cadeira na beira da piscina, tomando sol e lendo um livro. Olhando mais pra baixo, quase tive uma coisa. Ele tava pelado, com as pernas abertas, exibindo uma rola descomunal de tão grande e duas bolonas enormes e peludas.

Quando me viu, tirou os óculos, me olhou de cima a baixo. Fiquei alí petrificado só olhando pra ele, sem saber o que fazer. Ele com cara de bravo, falou com uma voz grossona, num tom severo “Na próxima vez vou furar essa bola!” tremí e continuei olhando pra ele, sem ação “Não quero molecada aqui no meu quintal” Peguei a bola bem rápido e saí correndo.

Pulei o muro e falei baixinho “Ele ta lá” os dois irmãos se olharam com medo “Vamos tomar cuidado agora” disse o Pedro, e voltamos a jogar.

Lembrei daquele homem grandão e peludo, com aquela rola gigante e tive um arrepiozinho estranho. Mas tentei não pensar nisso. E me concentrei no jogo.

Não demorou muito e quem errou o chute foi a Paula, mandando a bola bem longe por cima do muro. Olhou com cara de garotinha arrependida, encolheu os ombros. Correu e pulou o muro pra buscar a bola. Não conseguí deixar de olhar quando ele empinou a bundinha, com o biquini rosa todo enfiado, e pulou, mostrando aquele bumbum, lisinho, redondinho, empinado “Caracaaa, parece mesmo uma garotinha. E gostosa” pensei, sem parar de olhar. Aí olhei pro Pedro e disfarcei. A Paula estava demorando pra voltar “Vou lá ver o que aconteceu” falei “Naaaum , vamos esperar mais um pouco!” disse o Pedro com um jeito meio estranho. Passou um tempo e nada “Agora vou lá” falei “Espera, ele já vai voltar” mas não lhe dei ouvidos. Eu tava realmente preocupado com seu irmão.

Pulei o muro, corrí pra piscina do vizinho e não acreditei no que ví. O Paula tava ajoelhado entre as pernas do homem, chupando sua rola enorme, que mal cabia na sua boquinha, que nem uma putinha. Fui até lá e perguntei “Mas o que é isso!?” Os dois me olharam, sorriram e continuaram. Paula chupava a rola do hippie, com maestria e desenvoltura. E o outro, respirava fundo e se contorcia de prazer, passando a mão nos cabelos do menino. Dava pra sacar que eles faziam isso a muito tempo. Fiquei olhando meio confuso aquele putinho, com sua bundinha de menina toda empinada, chupando o cacete do vizinho. Mas passada a surpresa, começei a achar a cena excitante.

De repente ví o Pedro do meu lado, olhando aquilo sem nenhuma reação e achei mais estranho ainda. Mas fiquei pasmo de verdade, quando o vizinho olhou pra ele e falou “Minha outra putinha veio também?” e riu. O Pedro me olhou todo envergonhado. Ficou vermelho, de cabeça baixa. Depois, olhou pra mim e falou meio gaguejando “É … eu e a Paua , sabe… transamos com o Marcelo… é… já faz algum tempo” olhou pro chão “Só não queria que voce soubesse, porque não sei que reação teria, mas…” e olhando nos meus olhos “Agora já sabe de tudo” Fiquei surpreso, é claro. Realmente, não esperava isso do Pedro, ele sempre ficava com as meninas mais gostosas e tinha casado com uma gata deliciosa, que sempre me dava tesão quando a via. Continuei olhando a Paula, agora deitada em cima do vizinho, se esfregando todo sapeca na rola dura do homem, começei a ficar excitado com aquela situação. O Pedro percebeu, me pegou pela mão e se aproximou dos dois. O Marcelo, olhou para ele e falou “Vamos brincar de boneca?” Os dois irmãos se olharam cheios de excitação “Siiiimmm” responderam juntos. Fiquei curioso. Então os dois foram para um quartinho no fundo do quintal do vizinho e me um fizeram sinal para ir com eles. O homem, levantou, apoiou o livro e os óculos numa mezinha. Se espreguiçou e veio vagarozamente atrás de nós. Entrando lá fiquei olhando de boca aberta. O quarto tinha uma grande cama de casal. Espelhos grandes no teto e nas paredes. Uma penteadeira cheia de coisas pra maquiagem e roupas sexy femininas, espalhadas por todo lado. Um armário grande, uma poltrona de couro e outras coisas. Parecia um quarto de motel, muito melhor do que os que já tinha visitado e onde fui comido e comi com muito prazer.

Os dois irmãos estavam bem excitados, os olhos brilhando na expectativa da brincadeira. E não perderam tempo. O Pedro tirou a sunga e a Paula, seu biquini. Os dois estavam com o pau completamente duro. E pela primeira vez reparei no caralho do Pedro, por isso fazia muito sucesso com as meninas. Era grande e grossa, rodeada de pelos pretos e fartos. Tava durona, balançando no ar. A Paula tinha uma piroquinha minúscula. Parecia meu dedo indicador. E tava durinha, apontada pra cima. O Marcelo entrou, serviu-se de uma bebida que tinha num armário e acendeu um cigarro. E sentando-se na poltrona, ficou nos observando com os olhos brilhantes, alisando a rola. Eles abriram um armário cheio de roupas de mulher, que parecia que já conheciam muito bem. Os dois trocando olhares cúmplices e risadinhas excitadas. O Pedro disse “Deixa que eu escolho” abriu uma gaveta e pegou tres conjuntos de coisas coloridas. Quando ele jogou tudo sobre a cama, deu pra ver o que era. Eram três fios dentais, acompanhadas de sutiã combinando, cintas-ligas e meias de seda. Cada conjunto de uma cor. Um rosa claro, um branco e outro vermelho. A Paula pegou o rosa e me deu o branco. O Pedro começou a vestir o conjuntinho vermelho, piscou um olho pra mim e sorrindo, falou “Vai! Veste” Seu caralho duro, mal cabia no fio que que vestiu. Tirei minha sunga e percebí que eu também tava com o pau durinho, muito excitado, imaginando o que estava por vir. Marcelo olhava pra nós com cara de lobo mau, querendo devorar as chapeuzinhos vermelho. Quando terminamos de nos vestir, eles foram para a penteadeira e começaram a se maquiar. Deu pra perceber que tinham prática naquilo, porque em poucos instantes, estavam os dois maquiados que nem duas putinhas. Me chamaram e me passararam sombra nos olhos, um pó colorido nas pálpebras e batom rosa nos lábios (já conhecia aquilo tudo, mas fiquei fingindo não saber de nada). Por fim abriram um vidro de perfume com cheiro doce, suave, bem feminino e passaram em nós tres. Depois, os irmãos ficaram se olhando no gande espelho da parede. Se olhando de frente, de tras, fazendo poses, se empinando. Me olhei no espelho e não acreditei! Estavamos parecemdo três putinhas, de fio dental, cinta liga e meias, principalmente minha roupa branca que constrando forte com minha pele bronzeada do verão quente. Todo maquiadinho, com os cabelos escovados, meio úmidos, brilhando. Estava que nem uma putinha safada. E principalmente lisinho, se saísse assim na rua, iam achar que era uma menina, como já tinha acontecido outras vezes. Marcelo, levantou, chegou perto e falou “Deixa eu ver como estão minhas bonequinhas” e olhando para os tres “Hmmmm… estão muito lindinhas, principalmente essa. Minha nova boneca morena” passando sua mãozona pelo meu rosto. Sorrí todo tímido pra ele.

Deitou na cama e a Paula pulou em cima do seu corpão peludo. O Pedro deitou do seu lado e acenou pra mim. Fui lá e fquei de pé do lado dele, olhando o homem e Paula sarrando (estava doido para estar no lugar dela). Enquanto se beijavam, Marcelo passava as mãos pelo corpo do menino, que se retorcia todo de prazer. Pedro esticou o braço e começou a alisar minha bunda. Sentí um tremor gostoso de tesão atravessar o corpo todo. Me puxou e me fez deitar por cima dele, deitar por cima dele, e começou a fazer o mesmo que o Marcelo. Me beijava na boca e passava a mão pelo meu corpo. Me achei uma verdadeira puta sendo bolinada pelo meu amigo, o qual como vim a saber também, apesar do sucesso com as meninas, adorava uma espada. Relaxando relaxei e entrei no clima. Retribuí o beijo, abrí as pernas e me arrepiava de tesão, sentido suas mãos acariciando com força, minhas costas, as coxas e principalmente meu cuzinho, com o fio dental, com aquela tirinha toda enfiada nele. Seu corpo musculoso, apertado contra o meu estava quente de desejo e sua rola, tava durona esfregando na minha barriga, por baixo de mim.

Então ele se encostou nos travesseiros, ficando com a mala na altura do meu rosto. Abaixou sua calcinha vermelha e dela pulou um cacetão grande e grosso, que de tão duro, apontava pra cima. E duas bolonas, peludas, grandes como nozes. Peguei sua rola e começei a chupar com gula. Pedro se retorcia de prazer. Olhando pelo grande espelho que ficava na parede, dava pra me ver chupando a pica e lambendo as bolonas do meu amigo. E do meu lado, a putinha da Paula, montado em cima do Marcelo, cavalgando seu caralhão. Se descabelando todo, gritando e gemendo fininho. Pedro me colocou de quatro, de frente pro espelho, puxou o fio do cuzinho pro lado, passou um gel e encostou a cabeça. Forçou um pouco, e quando a chapeleta entrou, foi enfiando a rola com carinho. Apesar do tamanho e da grossura, entrou com uma certa facilidade. Ele enfiava devagarinho, com movimentos lentos de vai e vem, me abrindo aos poucos. Estremecí todo de prazer, sentindo sua vara grande, grossa e quente, me invadindo.

Quando encostou as bolas, me deu um tapinha no bumbum e comçou a bombar com força. Eu gozava gostoso “Aaaiinnn, Pedro! Que gostosooo. Isso… Aaaiii! Me fodeee!” ele deu uma mordidinha no meu pescoço e na minha orelha, “Toma putinha! Toma rola” e bombava forte. Nunca pensei que você gostasse de um caralho, aproveita puta safada. A Paula agora de quatro do meu lado, levando no rabinho, e podíamos nos ver no espelho, com nossas carinhas maquiadas, rebolando gostoso na rola dos nossos machos. Os dois gozando muito e gemendo alto, que nem duas gatinhas no cio. Pedro apertou forte as mãos na minha cintura, enterrou o cacete o mais fundo que pode e esporrou vários jatos de leite quente e farto, inundando meu cuzinho “Aaaiii que delícia, Pedro!” Sem parar de bombar nenhum instante, continuou socando até esvaziar as bolas. Ele falou que putinha gostosa agora que sei que você gosta vamos nos divertir muito. trocamos de parceiro. Marcelo me abraçou forte e começou a me beijar com paixão. Sua barba cheia, acariciava meu rosto. Eu estava por cima dele. Abrí bem as pernas em volta do seu corpo e sentí seu calor, sua barriga e peito, peludos como um urso. Ele passava as duas mãos grandonas, pelo meu corpo, com força, me deixando suuuper excitado.

Pedro fudia seu irmão, deitado por cima dele, que gritava que nem uma cadelinha. Marcelo me empurrou pra baixo e entendí o que ele queria. Fui escorregando pelo seu corpo, sentindo a carícia dos seus pelos fartos (apesar de gostar de machos lisinhos, aquilo estava me deixando louco), na minha pele lisinha, até chegar com o rosto no meio de suas pernas. Admirei seu belo caralho, era grande, uns 20 cm, comprovei depois, reta, vermelha com veias azuis bem saltadas, uma a cabeçona rosa, brilhante. Logo abaixo, seu saco, com duas bolonas enormes, que pareciam duas batatas. Peludas, cheias de leite “Nossa, Marcelooooo ! É muito grande. Não sei se vou aguentar isso tudo” falei para provoca-lo “Vai aguentar, sim. Vai aguentar ele todinho e ainda vai pedir mais!” respondeu sorrindo e passando a mão pelos meus cabelos. Agarrei seu belo caralho com as duas mãos e fiquei punhetando de leve, sentindo seu calor e a pulsação. Começei a beijar e lamber a glande. Marcelo tremia de prazer. Fui lambendo e beijando sua rola toda, descendo até chegar no saco. Beijei e lambí as bolas. Chupei uma duas, queria as duas na minha boca mas eram bem grandes e não couberam, mesmo assim fiquei tentando. Ele dizia, que putinha safada vocês me trouxeram, me dizia uma puta como essa e vocês é bem difícil de encontrar vamos aproveitar bem esse final de semana, Voltei pra cima de sua pica, e enfiei o que cabia na minha boca, punhetando forte, com as duas mãos “Assim, bonequinha! Assimmm… Hmmm, chupa. Chupa bem gostoso. Hmmm…” e eu chupava e punhetava com gula. Ele se contorcia e estremecia de prazer. Eu punhetava segurando forte, com as duas mãos, enquanto mamava gulosamente. Não demorou muito, ele deu um grito abafado, tremeu todo e começou a esporrar na minha boca. Eram jatos fortes, densos e fartos de esperma. Dignos do tamanho dos seus culhões. A cada esporrada, enchia minha boca e eu ia engolindo. Era muita esporra! O que não conseguia engolir, babava, sentindo ela quente e densa, escorrendo pelo meu queixo e pelo meu peito, me lambuzando todo. Tirei da boca e punhetando o mais forte e rápido que conseguia, deixei ele dar as últimas esporradas no meu rosto.

Fechei os olhos e sentí dois jatos fortes e abundantes de leite quente, na cara e nos cabelos. Depois voltei a chupar gulozamente, sugando até a ultima gota “Assimmm, Dri… Hmmm… Assim mesmo, minha boneca linda! Hmmm…” ele murmurava ofegante. Limpei seu caralho, deixando ele limpinho e molhadinho. Ele respirou um pouco e não perdeu tempo. Me colocou de quatro, de frente pro espelho e pude ver minha cara toda esporrada, borrando a maquiagem, com o seu leite a quentinho, escorrendo abaixo. Ele afastou minhas nadegas e passou a beijar e lamber meu cuzinho, que piscava feito um farol. Enfiava o nariz e respirava fundo, depois lambia, beijava, dava mordidinhas de leve, que nem um tarado louco. Me eriçando todo. Daí começou a beijar e lamber meu cuzinho, por cima da calcinha mesmo, molhando ela toda com sua baba quente. começou a laber com força. Foi enfiando sua língua quente, cada vez mais fundo, me deixando louco “Aaaai Marcelo! Que tesaaaummm. Me come, vai?” e ele continuava metendo a lingua, me torturando de prazer. Eu rebolava na sua lingua nervosa, gemendo, gritando. Então se ajoelhou atrás de mim, rasgou a calcinha no meio, deixando as duas partes, da frente e de trás, penduradas. Passou bastante gel no meio e em volta do meu cuzinho, que piscava de desejo de ser arrombado. Ví meu rosto no espelho, com os olhinhos brilhando que nem brasa, de tanto tesão.

Olhei pro lado. Os dois irmãos continuavam fodendo, com tuuudo. Agora era Paula que comia Pedro. Marcelo deu um tapinha na minha bunda encostou o cabeção da rola em mim. Apesar do meu anelzinho estar relaxado e bem lubrificado, e eu doidinho pra ser fodido, a penetração estava dificil. Ele segurou seu caralhão e foi dando golpinhos com os quadrís, cada vez mais fortes, que iam alargando meu cuzinho. Tinha experiência e sabia como comer um cuzinho.

Eu me arrebitava todo, abria minha nadegas com as duas mãos deixando meu cuzinho a vista e forçava meu corpo para trás. A portinha foi abrindo, alargando, até que sua glande gigante pulou inteira para dentro. Dei um gritinho e gemí de prazer. Aí ele tirou. Empinei o bumbum pra ele pedindo mais. Marcelo enfiou de uma vez, me fazendo ver estrelinhas. E ficou um tempo introduzindo e tirando, até me acostumar com a grossura. Aquilo foi atiçando meu fogo, cada vez mais “Aaainnn que tesaummm! Me fodeee. Fode bem forte minha bundinhaaa!” Enfiou mais uma vez e deixou dentro.

Com movimentos suaves de vai e vem, foi enterrando aquele caralhão, cada vez mais fundo. Ia me abrindo mais a cada enfiada. Eu gozava com cada centimetro que ia me penetrando. Até que sentí suas duas batatonas quentes e peludas, prensadas nas minhas nadegas. Que delicia você sentir o macho todo dentro de você e você agasalhando seu belo caralho. Marcelo se inclinou, me abraçou forte por trás e começou a morder, beijar e lamber meu pescoço e minhas orelhas. Eu tremia todo de tesão. Ele me arrepiava com sua barba roçando no meu pescoço e nas minhas costas. Sentir seu pirocão enorme, grosso e quente, latejando dentro de mim tava delicioso “Aaaiiinnn que gostosooo!” gemí. Ele encostou a boca na minha orelha e falou baixinho, com a voz rouca e o hálito forte e másculo de uísque “Gostoso é esse cuzinho apertadinho, que vou foder agora” e eu “Siiiim, me fodeee. Me fode bem fortiii!” Que delicia de cuzinho, tinha muito tempo que não comia um cuzinho de uma puta safada e deliciosa como você, sabe do que nós machos gostamos e não se faz de rogada.

O homem agarrou minha cintura e foi puxando a rola pra fora, bem devagarinho, que deslizava suave, gostoso. Quando ela quase saiu, enterrou de novo, vagarozamente, até o talo. Foi fazendo esse movimento, cada vez mais rapido e mais forte. Eu gozava e gemia “Aiiinnn, que delíciaaa!” e ele foi aumentando a velocidade do movimento, até que em pouco tempo, estava me fodendo com toda força, sacudindo meu corpo todo. Eu tremia e sentia arrepios, atravessando a espinha, gozando muito “Aaaiiinnn, Marceloo. Me fode! Me arrombaaa!” e ele socava aquela jeba enorme sem dó. Me levando às nuvens. Meu caralho esava duro e doía, de tão duro.

Aí parou, e com a rola toda atolada no meu rabinho, me colocou deitado de bruços na cama, apoiou os brações do meu lado, e recomeçou a bombar com tuuudo, que nem uma máquina de sexo. Sua rola estava enterrada no fundo do meu cuzinho e ele socava num ritmo estonteante, abraçei o travesseiro “Ainn, ai… Aaaiiinnn, aaaai!” eu gozava seguidamente e começeia a chorar, de tanto tesão com aquele homem gostoso, me possuindo com força “Chora, putinha. Chora na rola do seu macho!” eu mordia a ponta da fronha do travesseiro, gozando litros, arrebitando a bundinha com as pernas bem abertas, rebolando no seu cacetão delicioso. Então ele deu um tipo de urro, estremeceu todo por cima de mim e esporrou forte no meu cuzinho que piscava, apertando seu caralho. . Soltou varios jatos, fartos e abundantes me inundando de leite quentinho. Puxou de uma vez a rola pra fora, deixando um oco enorme no meu anelzinho. Dava pra sentir o ar quente do quarto. Esporrou alguns jatos fortes de porra quentinha, no me bumbum e nas minhas costas, e enterrou de novo, até o talo. E não parava de marretar, nem um segundo. Eu chorava e gritava de prazer. As bolonas batiam com força nas minhas nadegas a cada estocada, dando mais tesão ainda. Quando terminou, Marcelo soltou o corpão sobre o meu, e ofegante, soltava seu bafo quente no meu cangote, me arrepiando todo “Voce é um tesãozinho,” murmurou no meu ouvido. Sentí o peso e o calor do seu corpo peludo. O hálito másculo de uísque e seu suor, que exalava um cheiro forte de macho no ar. Sua caralho estava toda enterrada em mim, ainda completamente dura, latejando forte. Os pentelhos grossos e fartos me acariciando. As bolonas encaixadas no meu bumbum. Fiquei com o corpo mole, soluçando baixinho, de tesão. Curtindo todas aquelas sensações.

Mas não parou por aí. Aquele homem tinha muito fogo! Sem tirar seu mastro de dentro da minha bundinha, foi se virando devagar, me levando junto, até deitar de costas na cama, comigo por cima dele.

Dava pra ver nossos corpos refletidos no espelho do teto. Os irmãos estavam fumando e nos observando pelo espelho, alisando cada um, o pinto do outro. Eles estavam admirados de saber que eu gostava também da espada. Apesar de casado, assim como Pedro. Me levantei, e ajoelhado sobre seu corpão, com a bundinha virada pra ele. As pernas apoiadas na cama, começei a rebolar de mansinho em cima do seu caralho duro, gemendo baixinho. Ele dobrou os joelhos. Apoiei as mãos sobre eles, e começei a cavalgar lentamente. Subia e descia, sentindo o tesão daquela rola quente no meu cuzinho. Fui aumentando o ritmo gradativamente, até que eu estava cavalgando aquele caralhão gostoso, com tuuudo! “Hmm… Isso, puta. Cavalga. Hmmm… Assim. Cavalga bem forte!” Eu gemia e gozava litros. Aquilo estava bom demais. Ele deu um tapa na minha bundinha me dando mais tesão ainda “Issooo. Me bate. Me bate bem forteee!” Aí ele passou a dar tapões com as duas mãos, no bumbum e nas minhas coxas. Eu cavalgava firme e forte, gritando, delirando de prazer.

Virei para trás e apoiei as mãos nos seu ombros. Levantei um pouco a bundinha e ele começou a socar por baixo, num ritmo alucinante “Aaaiinnn, Marceloooo. Ai, aaai, aiiinnn!” Aquela foda tava muito louca. Um macho como aquele é difícil de encontrar, seu caralho não ficava mole ou semi flácido, apesar das varas gozadas. Ouví gemidos do meu lado, e pelo espelho ví a Paula , montado no irmão cavalgando que nem eu. Ele mandou um beijinho e sorriu como uma putinha safada, gemendo alto. Mandei outro beijinho e começei a chorar de tanto gozo. Paula pegou duas chupetas, no criado-mudo, ao lado dele. Enfiou uma na sua boquinha e a outra na minha. Fiquei chupando a chupeta, e as lágrimas escorriam pelos meus olhos. Sendo possuído com energia, levando tapões na bundinha. Tendo orgasmos seguidamente. Debaixo de mim, Marcelo marretava sem parar. Sua tora poderosa, me arrombava deliciosamente, num ritmo alucinante. Eu chupava e mordia a chupeta, soluçando e vendo estrelinhas cor de purpurina, brilharem na minha frente.

Aí ele começou a tremer, deu um grito abafado e sem diminuir nem um pouquinho o ritmo de suas estocadas, soltou vários jatos de esperma, me enchendo, mais uma vez com seu leite quente.

Deitei de bruços, do seu lado. Me olhei no espelho e sorria de felicidade. Fiquei acariciando os pelos do seu peito. Sentia um monte de esporra escorrendo do meu cuzinho para meio das coxas. Baixei a mão e fiquei passando ela pelos seus pentelhos grossos, fartos e macios. Ele abriu as pernas. Acariciei seu sacão, pegando nas suas bolas, sentindo o peso e o calor de cada uma delas. Depois peguei no seu pausão, que tava meia bomba. Começei a masturba-lo, lentamente. Apertei e esfreguei sua glande quente e macia, e voltei a acariciar seu mastro, devagarinho. Sentí ele endurecendo lentamente.

Não demorou e aquele caralhão já estava totalment duro, de novo. Continuei punhetando e ele tremia, latejava, pulsando forte de desejo.

Virei pro outro lado e ví Paula do meu lado, deitado de bumbum pra cima, também. Estava com as pernas entreabertas, com a bundinha toda esporrada. Metí a mão e começei a espalhar o esperma ainda quentinho, pela sua pele macia.

Ele virou pra mim, sorriu safadinho e abriu mais as pernas, se arrebitando todo. Continuei passando a mão naquela bundinha gostosa e depois, enfiei um dedo no seu cuzinho. Ele deu um gemidinho fino, me olhou com uma cara de putinha, sorrindo. Ficou de quatro e se arrebitou todinho, se oferecendo pra mim. Fazia tempo que tinha comido aquela bundinha redondinha, empinadinha. Mais gostosa do que a de muitas meninas. Me encaixei atras dele, dei um tapinha e encostei a cabeça do meu pau. Ele se empinou mais ainda. Empurrei minha pica e ela entrou deslizando gostoso, naquele cuzinho quente e apertadinho. Já fui bombando com força, dando tapinhas no seu bumbum. Ele gritava fininho, que nem uma vadiazinha, rebolando no meu pau. Pedro, veio por tras de mim, me agarrou pela cintura e aproveitando meu vai e vem, ficava brincando com a cabeçona da sua rola, no meu cuzinho. Então, apertou mais forte e enterrou tudo de uma vez, batendo suas bolonas nas minhas. Ví estrelas e dei um grito fininho, igual a Paula. Marcelo, meteu seu caralho no cuzinho de Pedro e ficamos os quatro, num trenzinho delicioso. Pelo espelho da parede e pelo do teto, dava pra ver nossa foda, num movimento cadenciado, muuuito gostoso. Todos gritando e gemendo ao mesmo tempo. Ficamos um bom tempo nessa trepada deliciosa, até que gozamos todos quase ao mesmo tempo. Nos levantamos e fomos tomar um banho de piscina. Os meninos de cinta-liga, sutiã e meias de seda. Marcelo com seuu caralho, balançando à cada passo. Tomamos sol, descansando daquela foda maravilhosa. Depois, voltamos ao quarto dos fundos, tiramos as roupinhas molhadas, jogando tudo no chão. Aí escolhemos outras. A Paula vestiu uma tanguinha oncinha e um vestidinho preto. O Pedro vestiu uma calcinha maior, onde coubesse toda sua mala. Branca, cheia de rendinhas. Mini-saia jeans, toda desfiada e cheia de furos e uma blusinha toda florida, de alcinha. Eu coloquei um fio dental rosa, transparente, e um vestidinho rosa de um tecido tão fino, que dava pra ver tudo por baixo. Todas as roupinhas tão curtas, que ao menor movimento, aparecia a calcinha. Colocamos meias de acordo com as cores escolhidas, fomos para penteadeira, e nos maquiamos, mais uma vez, como tres putinhas safadas. Passamos um perfume bem docinho, com cheiro de chocolate, de menina pequena.

Começou a escurecer e entramos na casa do Marcelo. Ele tinha tomado um banho quente e tava de cueca branca, boxer, que marcava bem sua mala enorme toda. Estava sentado, numa poltrona, tomando um drink e assistindo tv. Sentamos os tres, no sofá.

Foi um fim de semana daqueles, onde fomos as putinhas mais gostosas e mais comidas, pois seu irmão chegou e vimos que íamos ter mais um caralho para agasalhar nossos cuzinhos.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Esposa ativa come o marido!


Adoro comer meu marido, quando visto minha lagerie com minha cinta e meu consolo na calcinha me sinto muito ativa e meu marido já sabe, fica doto meigo e doce, ele sempre mante seu cuzinho lisinho esperando o dia certo para eu come-lo, gosto de provoca-lo, passando minha rola mas pernas dele, a posição que eu mais gosto de come-lo é com as pernas abertas e barriga para cima, assim posso punheta-lo também....
acho que todo casal deveria experimentar essa sensação 


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

A esposa do meu amigo tem uma surpresinha


Nesse dia tirei o dia para arrumar a minha casa, pois moro sozinho e meu primo me ligou avisando que ia passar uma semana na minha casa com a recém esposa dele, pois tinha que resolver alguns assuntos na minha cidade, como a gente sempre foi bem amigos eu até que gostei de revê-lo, não conhecia sua esposa mas ele me falou que ela é uma mulher muito tranquila e pelo jeito muito bonita também, pois ele estava muito apaixonado por ela. Sorte a dele está casado pois eu ainda estou solteiro nós temos a mesma idade, 28 anos.

Chegaram na segunda feira logo pela manhã, fui pega-los na rodoviária e acomodei-os na minha casa, eu fiquei impressionado com a beleza da esposa dele, ela era nova, uma gata, loira,, peitos grande e duros, parecia que tinha silicone, cintura fina e pernas grossas e grandes, ela tinha um apele branca  e era bem cheirosa, meu amigo tinha acertado na loteria. Minha casa tinha dois quartos então os coloquei no
outro quarto para eles ficarem bem à vontade durante a semana toda. Depois que se arrumaram foram tomar banho e desceram para tomar café da manhã, para minha surpresa a esposa dele desceu com um vestidinho decotado e muito curto, quase que transparente, eu podia ver a sombra da calcinha dela, muito pequena e sexy, eu não conseguia parar de olhar, confesso que ela estava me deixando excitado. Conversamos muito os dois são muito gente boas, sua esposa muito atenciosa e alegre, depois do café eles saíram para a rua e eu fiquei em casa, mas não parava de lembrar daquela gata, ela parecia muito tarada, tinha boca grande e lábios carnudos, toda hora umedecendo-os com sua língua, nossa lembrando dela fiquei de pau duro, não conseguia me controlar, então fui até o banheiro para tomar um banho para me acalmar mais, tirei minha roupa e ainda de pau duro olhei par o cabide vi uma calcinha molhada, que ela tinha acabado de tirar e lavou e deixou ali para secar, cai na tentação e pequei e fui logo cheirando, senti o cheiro daquela gala e comecei a bater uma punheta para ela esfregando sua calcinha no meu pau, nossa aquilo não era certo, a esposa do meu amigo era muito gostosa e eu não resisti, acabei gozando em cima da calcinha dela, depois lavei e coloquei no mesmo lugar.

Já era tarde da noite quando eles chegaram sorridentes parecia que tinha bebidos, eles estavam bem alegres, conversamos um pouco e eles subiram para o quarto, e eu fui para o meu, logo depois eu ouvi uns barulhos, imaginei logo que podia ser eles transando, não resisti e fui espia, eles deixaram porta aberta e a luz um pouco apagada, mas dava pra ver, olhei e meu pau endureceu na hora, a esposa gata cavala do meu amigo esta de quatro pé com sua enorme bunda para cima enquanto meu amigo chupa seu cuzinho, eu vi, ele gemia muito, vi ele segurando a bunda dela com as duas mãos e se posicionado preste a comer seu cuzinho, segurou no seu pau de começou a mete ela, seu pau entrou com facilidade, ela tinha costume de dá o cu para ele, eu já estava só de cuecas comecei a bater uma punheta, meu pau tremia de tesão, então com pouco tempo ouvi ele dizer,(vou gozar querida), ele gozou dentro do anus dela, como eu deseja aquele bumbum também, então vi que ele estava meio bêbado e foi logo caindo na cama e adormecendo e ela se direcionou para o banheiro da casa, passando peladinha bem pertinho de mim, sem notar minha presença. Pude ver a gala dele escorrendo por suas pernas. Ela entrou no banheiro  e ligou o chuveiro. Eu estava com muito tesão então tive a ideia de entra no banheiro fingindo que não sabia de nada, entrei no banheiro de vez e vi aquele lindo corpo d costas para minha, uma bunda muito grande e redonda, pedi desculpas, ela se virou para min e disse, não tem problemas! Nessa hora eu quase cai para trás, pois não acreditava no que eu tinha visto, ela tinha uma enorme surpresa, na verdade ela era uma transex, uma boneca, que estava ali se masturbando no meu banheiro, meu primo se casou com uma linda travesti, mesmo assim eu estava muito excitado de ver-la se masturbando ali, então ela se aproximou de mim e perguntou se eu achava ela bonita, logo respondi que sim, como eu não tirava o olho do pau dela,  com a mão no pau enorme dela, ela me ofereceu, quer pegar nele? Estou muito excitada, eu nunca tinha pegado em um pênis, mas estava com muito tesão, segurei no seu pau e ela veio me beijar, comecei a masturba-la, estava batendo uma punheta para a esposa do meu amigo enquanto ele me beijava com sua língua molhada, sue pau estava quente e muito duro, ela parou de me beijar e pediu para eu me abaixar, me abaixei e fui de boca ao encontro do seu pau, ela começou a fuder minha boca se parar, seu pau estava quente e molhado, eu segurava em sua bunda quando senti ela gemer e a escorrer sua gala pelos cantos de minha boca, nossa que gozada enorme, ela segurava minha cabeça bem forte enquanto gozava....senti seu pau mole saindo de dentro da minha boca nessa hora eu já tinha engolido muita gala, por fim tomamos um banho juntos e ela me pediu segredo. Mas queria me recompensar pelo belo boquete que tinha recebido.


Então no último dia meu primo foi passar o dia fora para resolver os últimos detalhes de sua viajem e ela resolveu ficar em casa, logo cedo ele já tinha saído quando ela entrou no meu quarto vestindo um fio dental maravilhoso, veio logo para cima de mim e começou a me beijar dizendo, que comer sua tgata eu estou louca pra ti dá, ficamos nos pegando por horas na cama ela me retribuiu o boquete, sua boca macia passeando meu pau foi maravilhoso, então ela deitou  e já com um dedinho no cuzinho me pediu, vem comer minha xana, mete seu pau aqui agora vai, encostei meu pau no cu dela e fui sugado para dentro, era muito bom a sensação, cuzinho quente, ela ficou de quatro e eu comecei a socar com muita força, ví que ela estava de pau duro também, então segurei seu pau por baixo e pedi para ela gozar, ela gemeu muito nessa hora, punhetei ela e logo senti ela gozando na minha mão, com aquela sensação não resisti e acabei gozando toda minha gala dentro dela, seu cuzinho estava com muita fome, deitamos na cama e retirei meu pau daquele rabão deixando toda a porra escorrer...tomamos um banho e juramos nunca contar esse segredo a ninguém. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Conheci um casal pervertido



Hoje vou contar como iniciei minha vida de perversão sexual, sou casado, tenho 30 anos e minha esposa tem 40, é uma mulher linda, gostosa, nós nos amamos muito, mas minha esposa não sabe de minha vida fora de casa, de minha vida sexual fora de casa quer dizer, pois ela  não curti fantasias, ela é um pouco fechada, mas estou conversando com ela aos poucos para nós aproveitarmos  juntos, pro enquanto eu apronto sozinho mesmo.

Bom tudo começou quando eu estava sem muita coisa pra fazer no trabalho, então resolvi acessar um chat da minha cidade, logo no inicio comecei a conversar com uma pessoa que se chamava “casada quer” esse era o apelido dela que dizia que era casada e que ela  o marido dela estava procurando novas aventuras, e estava procurando um amigo discretíssimo para realizarem algumas fantasias, eu me interessei, então perguntei a ela, que tipo de fantasias vocês procuram? ela respondeu não se assuste, mas temos a mente aberta, somos um casal liberal,
procuramos um macho putinha para fazer sexo bi com meu marido e eu, eu confesso que me assustei, pois nunca tinha transado com outro homem, mas eu era curioso e decidi marcar com eles, era pra ser discreto então eu fui para a casa deles.

Cheguei e para minha surpresa era um casal muito bonita, ela era muito gostosa, seios grandes, cinturinha fina e bumbum redondinho, me deu um baita tesão só de olhar para ela, e ele era um rapaz muito educado e simpático, entrei e eles deixaram a luz um pouco apagada, me serviram bebida e ficamos conversando um pouco, os dois não tiravam os olhas de mim, estava me fodendo com os olhos, ela estava vestida uma langery muita sexy e ficava me provocando, perguntando se eu a achava gostosa. Nossa muito gostosa. Bebemos muito e eu estava quase bêbado, então vi ela tirando a roupa inteira na minha frente segurou e aperou seis seios e foi subindo para o quarto, nos deixando na sala.

Ele me chamou para ir na cozinha pegar uma bebida, nesse momento eu e o marido dela estávamos só de cueca, eu estava com muito tesão pois a esposa dele era muito gostosa e provocante, na cozinha ao fechar a geladeira o marido dela se aproximou de mim e perguntou seu eu queria comer a mulher dele, rapidamente eu respondi que sim, então ele colocou a mão na minha cueca e tirou meu pau para fora, eu estava muito nervoso, ele tirou minha cueca e também ficou nu, nós dois estávamos excitados, ele se aproximou de mim, senti meu pau tocando no dele, então ele veio me beijar, eu já estava envolvido e retribui o beijo dele, nós dois estávamos com muito tesão nosso paus estava unidos e duros, caímos em tentação e nos pegamos muito intensamente, nos beijamos e nos amassamos ali mesmo na cozinha, ele se ajoelhou e começou a me chupar, ele logo estava engolindo meu pau inteiro, estava muito bom eu só segurava a cabeça dele no vai e vem, ele me chupava e passeava suas mãos por minhas bola e por baixo do meu saco, sentia seus dedos tocando no meu anus e me estremecia de tesão, eu estava totalmente entregue não prazer. Senti muitas vontades naquele momento, vontades que nunca tinha sentido, ele se levantou tomou outra bebida e nos beijamos, agora um beijo muito molhado, então para retribui fiquei de joelhos e pela primeira vez eu estava chupando uma rola, chupai muito o pau duro dele, chupei o saco que estava todo depilado, ele gemia muito foi quando tomei um susto! Vi atrás de nós a esposa dele se contorcendo, ela estava se tocando, apertando seu peitos e mordendo os lábios, como ela era pervertida, então ela falou, estão e divertindo meninos? Ela se aproximou e notei algo na sua calcinha, ela estava vestida numa calcinha com pinto, daquela que vem com um consolo acoplado. Nesse momento eu toparia tudo com aquele casal, ela segurou na minha mão e me levou para o quarto, meu mau latejava de tesão.

Entramos no quarto e ela me pressionou na parece e me beijou, era um beijo muito doce e molhado, ele penetrava minha boca com sua língua quente, senti seu hálito gostoso, ela me apertava e passeava suas mãos por meu corpo, segura e apertava minha bunda muito forte, foi beijando meu pescoço e sua mãos continuavam a me acariciar até seus dedos tocarem a portinha do meu cu, me posicionei e facilitei para ela que foi logo enfiando seu dedo em mim, ela queria tirar minha virgindade, deixei! E ela ficou me beijando e me fodendo com seu dedo, ela falou no meu ouvido, me dá sua bunda, quero te foder, sem dizer nenhuma palavra ela me empurrou para a cama e eu cai com a bunda para cima, senti o consolo dela abrindo meu cu, fiquei de quatro e logo ela tinha me penetrado todo, doeu um pouco no começo mas logo me acostumei, era muito tesão senti aquela gostosa me fodendo, ela socava muito gostoso.

O marido dela entrou no quarto e veio pela frente, segurei seu  pau e comecei a mamar e a punheta-lo, os dois estavam me violando e eu estava adorando aquela situação, ela parou de me fuder e foi comer o marido dela que gemia muito quando ela metia, era tanto tesão que vi ele gozando de quatro na cama.

Então ela tirou seu consolo e deitou na cama se acariciando e falou para mim agora é sua vez, come essa putinha também e enche ele de gala. Ele estava deitado do lado dela, abri sua bunda e comecei a fuder o rabo dele, metia com muita força, senti que ia gozar e tirei a camisinha e cosei em cima da bunda dele.

O marido ficou deitado na cama e ela segurou na minha mão e me chamou para ir tomar banho com ela, nós fomos e com uma gostosa daquela logo meu pau estava duro, tomamos banho valei ela todinha enquanto ela me punhetava, chupei na bucetinha dela, era muito pequena e rosadinha, ela desligou o chuveiro e virou sua deliciosa bunda brande para mim, passei meu pau sobre sua vagina que logo começou a engoli-lo, segurei na sua cintura e comecei a come-la, ela gemia muito alto dizendo, ME COME SEU SAFADO, FODE ESSA PUTA! ME DÁ LEITINHO!

Passamos uns 15 minutos fudendo no banheiro, senti que ia gozar e ela tirou e se ajoelhou, goza na minha boca! Ela me lambia e eu derramava minha bora na boca dela que logo engolia tudo, me lambeu e me limpou todinho....

Terminamos o banho e seu marido estava dormindo na cama, me despedi dela com um beijo na boca....

Desse dia em diante mudei de vida, me tornei uma pessoa mais aberta às possibilidades e conheci vários outros casais.





sábado, 8 de outubro de 2016

Como esquentar o casamento


Uma das melhores formas de esquentar o casamento é realizar fetiches, e um dos mais procurados por casais é o de sexo a três, para casais com a mente aberta essa deliciosa gata pode trazer algumas ideias, essa gata tem uma surpresa a mais que pode deixar o sexo do casal ainda mais quente.
curtam a vida sem preconceitos.






Proxima  → Página inicial