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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Marido nem viu a rola me fodendo


Eu e meu marido estavamos de férias e fomos a um parque aquático perto da nossa cidade, era uma quarta-feira resolvemos ir nesse dia porque tem pouca gente e poderiamos ficar mais tranquilos. Mas chegando lá encontramos um amigo do meu marido que havia trabalhado com ele a algum tempo atrás, conversamos bastante demos muitas risadas, depois eu queria brincar na água meu marido não queria ir (ele não gosta muito de ficar em piscina) o amigo dele falou vamos então…eu não vi nenhum problema e meu marido também não então fomos…

nadamos bastante brincamos com boias o lugar era bem grande de repente quando percebi estava bem longe do meu marido com o amigo dele que eu mal conhecia ele também percebeu isso e começou a me olhar de um jeito diferente com olhar de safado, quis voltar para perto do meu marido mas ele disse…vamos continuar brincando esta gostoso!

De repente ele passou a mão na minha bunda por dentro da água eu fingi que não percebi, ele me abraçou por trás e falou vamos brincar e colocou a mão por dentro do meu bikini eu falava para ele parar mas ele continuava…eu olhei para todos os lados e não tinha ninguém, eu estava sozinha com um homem praticamente estranho que estava se aproveitando de mim, ele pegou na minha mão a colocou em seu pau que estava duro, e falou bate uma pra mim!

Por incrivel que pareça aquela situação foi me dando tesão e ele percebeu tirou a parte de baixo do meu bikini e enfiou o dedo no meu cú,eu falava para,para mas ele socava o dedo no meu rabo eu nem me toquei mas ele estava amaciando meu cuzinho, me posicionou na borda da piscina e enfiou o pau no meu rabinho, estocava no meu cuzinho como meu marido nunca havia feito eu queria me segurar mas estava adorando aquilo tudo, comecei a falar to gooozaaando!

Ele disse… puta safada eu sabia que vc era vagabunda logo quando te vi, vem aqui que eu quero comer sua buceta, e comeu mesmo até gozar, depois voltamos pra perto do meu marido que não percebeu nada, logo seu amigo disse que tinha que ir embora mas pediu nosso endereço para poder nos visitar.

Espero que venha mesmo!!!!!!!!!
 

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Meu marido me vendou e seu amigo estava me comendo



Ficava muito excitada quando o meu marido começava a falar sacanagem no meu ouvido, ele fantasiava jogos eróticos e um dia chegou em casa com um par de algemas, num outro dia queria me vendar e freqüentemente ele perguntava se eu nunca tinha imaginado ser possuída por dois homens ao mesmo tempo. Ate então eu não tinha idéia da sua real intenção e jamais achei que ele fosse capaz de me dividir com um outro homem, acreditava que toda aquela sacanagem era só para me provocar mas já estava ficando quase habitual ele me algemar, me vendar e usar alguns dos seus brinquedinhos enquanto me dizia inúmeras perversões ao ouvido.

As algemas nunca me marcaram porque eu não me debatia na cama, não lutava contra elas mas as vendas eram a minha agonia, era um longo tempo de duvidas e ansiedade a espera do seu toque e sem saber como ele me possuiria, eu ficava ali acorrentada e exposta, fixa a posição que ele escolhe-se permitindo que ele me usa-se como bem quisesse. Já fazia algum tempo que ele chegava acompanhado de um amigo a nossa casa e depois que esse amigo ia embora ele começava com as perguntas sobre nos três ficamos juntos me fazendo imaginar que o cacete do seu amigo era enorme e que ele me deixaria toda aberta. Claro que eu ficava toda molhada quando ouvia isso e acho que entre quatro paredes vale tudo entre um casal mas, incluir alguém em nossa relação estava fora de cogitação. Eu o amava muito e não me via nos braços de um outro homem, tudo era a excitação do momento onde eu me deixava levar pelos seus devaneios e juntos embarcávamos em um grande deliciosos orgasmo.

Certa vez fiquei muito insegura enquanto estava algemada e vendada, tive a impressão de ter ouvido outra voz no quarto e exigia que ele me solta-se imediatamente mas suas caricias e sussurros me fizeram relaxar. Essa sensação de estar sendo vista por outra pessoa me acompanhou durante algumas semanas e enquanto isso eu me recusava a ficar presa mas não consegui resistir muito tempo a sua persuasão e logo voltei a permitir a minha prisão. Vendada, eu ficava muito sensível ao toque e curtia essa sensação do mistério mas, podia jurar que estava sendo possuída por um outro homem, a pegada era outra, o calor do corpo, a pulsação do seu cacete dentro da minha xana, o tamanho da sua mão na minha cintura e a textura do seu cacete me evidenciavam que ele não estava usando um dos seus brinquedinhos, mas a certeza veio no dia seguinte enquanto eu limpava a casa. Encontrei na cestinha do banheiro dois preservativos usados e isso não fazia sentido por que mesmo que ele alega-se que estaria usando os preservativos nos brinquedinhos, os brinquedinhos não deixariam os preservativos cheios de leite e mesmo porque quando ele disse que iria gozar, correu e enfiou o seu cacete na minha boca.

Me torturei o dia inteiro tentando imaginar o que eu faria quando ele chega-se do serviço acompanhado do seu amigo naquela noite e quando por fim eles chegaram, não fiz nada, acho que na verdade eu sempre soube e usava a venda para tirar a minha culpa do adultério mas hoje o meu maridinho teria uma grande surpresa. Ele levou o seu amigo ate a porta enquanto eu recolhia os pratos do jantar em seguida fui para o quarto me preparar para dormir e quando ele chegou todo fogoso ao nosso quarto, me encontrou vestida em uma langerie rendada e muito erótica mas que depressa ele correu para a cômoda em busca das algemas e da venda que não estavam lá, e eu indiquei com o dedo a onde estavam, apontando para a poltrona. Antes que ele paga-se, eu o fiz sentar na poltrona e envolvi de uma maneira que quando ele se deu conta, era ele quem estava preso, comecei a dançar e a rebolar no seu colo, esfregava meus peitos na sua cara e enquanto eu lhe provocava ele se debatia inutilmente tentando se soltar, voltei para cama e de quatro fiquei lhe exibindo a minha xana, abria, corria os dedos e os lambia. Ele olhava constantemente para a porta do nosso quarto como se a qualquer momento fosse ser flagrado e insistia para que eu lhe solta-se ou pelo menos tranca-se a porta, não demorou muito e a porta rangeu suavemente e no canto superior a cabeça do seu amigo surgiu sorrateiramente espreitando para dentro do quarto, permaneci imóvel na minha posição e ele se aproximou rapidamente e logo foi me tocando com intimidade sem perceber que eu não estava usando a venda e nem as algemas. Meu marido chamou pelo nome do seu amigo e ele confuso desviou a sua atenção e quando tornou a me olhar eu já tinha o seu enorme cacete em minhas mãos, ele ficou surpreso quando eu comecei a lhe chupar e olhava para o meu marido sem entender direito o que estava acontecendo quando por fim eu pude confirmar com mais clareza que eram seus, os sussurros que eu ouvia enquanto estava vendada. Meu marido esbravejou se debateu e me xingou, ficou mais de uma hora preso me assistindo transar com o seu amigo e quando por fim se calou, fui em sua direção, coloquei o seu cacete para fora e comecei a lhe chupar enquanto o seu amigo me possuía por trás, logo eu tinha dois homens gemendo de prazer e só faltava ter os dois me possuindo ao mesmo tempo para me sentir inteiramente realizada com as sacanagens que o meu marido me sussurrava ao ouvido. Me sentei no seu colo, ajeitei o seu cacete na minha xana, empinei a minha bunda ao máximo e a abri forçando-a com as mãos, o meu botão ficou completamente exposto convidando o seu amigo a me penetrar. Mesmo estando separados eu podia sentir os dois cacetes me invadindo juntos e logo fiquei com desejo de uni-los em minha xana, soltei o meu marido para nos ajeitarmos melhor mas antes tive que deixar ele extravasar a sua fúria ele me possuiu com violência que o balançar mal deixava eu abocanhar o seu amigo e quando suavizou as suas investidas a minha xana estava cheia de leite, o seu amigo que tocava uma enquanto nos via transar gozou logo em seguida lambuzando os meus peitos e eu que a pesar de ter perdido as contas de quantas vezes gozei, fiquei na vontade porque ter os dois na minha xana ficou para um outro dia.

Tive uma noite de deusa sendo possuída por dos homens, dormi feito um anjo e acordei sem culpa, nua e grudada aos lençóis, o cheiro do leite exalava pelo quarto e eu só conseguia pensar em tudo o que tinha acontecido, logo fiquei excitada e ansiosa, será que mais tarde tudo se repetiria, meu marido continuaria permissivo a essa situação ou já teria realizado o seu desejo de me ver com outro homem. 

Espero que não!!! Rsrsrsrs

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Sou casada e adoro ser Puta



Minha bucetinha continua ainda mais tesudinha e sempre sedenta de rola de macho de verdade. Meu marido com sua rola pequena e sua falta de imaginação me deixa muito carente e a única forma de amenizar um pouco meu tesão incontido são as siriricas que meus dedinhos espertos me proporcionam a todo o momento que tenho vontade.


A net também ajuda minha diversão porque posso assistir vários filmes pornôs e teclar com alguns machos safados que me atiçam com suas conversas cheias de tesão. Morar em uma cidade pequena onde todos conhecem todos é horrível para uma putinha casada tarada cheias de desejos como sou.


Minha bucetinha sempre molhadinha vive sonhando com rolas avantajadas e cabeçudas dentro dela. Cada vez mais continuo sendo uma tremenda exibicionista e abuso de vestidinhos e minissaias curtíssimas com calcinhas atoladinhas no rego e pra deixar minha bunda mais empinada sempre uso de sandálias de salto. Por ser uma mulher casada bem safada que adora mostrar meu corpo sensual quando um dia desses fui fazer compras no mercadinho da cidade ao escolher frutas em uma gôndola precisei me inclinar e com certeza as popinhas do meu bumbum se mostraram e quando instintivamente olhei pra trás dei de cara com um rapaz bonitão admirando meu rabo se mostrando pra ele.


Ele deu um sorrisinho safado e chegando pertinho de mim disse:

-você é uma delíca garota…acho que nessa cidade você deve ser a mais gostosa…que tal a gente dar uma voltinha?

Sem saber direito como responder a uma cantada tão direta toda nervosa respondi:

-você é louco…ta pensando que sou puta é? Sou uma mulher casada…onde já se viu!


Foi então que o rapaz mostrou que era um sujeito com atitude porque quando me virei pra sair dali ele puxou meu braço e sem que esperasse me tascou um beijo quente na boca ali no meio do mercado. Fiquei sem ação com tamanha ousadia, mas quando pensei em reclamar ele sorrindo disse que queria levar aquele beijo como lembrança e sumiu do local rapidamente.


Por alguns minutos fiquei ali estática encostada na gôndola de frutas tentando recobrar os sentidos e a primeira coisa que senti foi que minha calcinha estava totalmente ensopada. Aquele tarado safado havia incendiado meu corpo e simplesmente desaparecera. O tesão era tanto que entrei no banheiro do mercado, enfiei a mão dentro da calcinha e bolinei meu grelo teso e sem conseguir me conter dei um gemido abafado e gozei como uma putinha no cio tremendo igual vara verde. Voltei pra casa sem comprar nada com meu corpo em chamas desejando que aquele macho voltasse pra me pegar de verdade.


Quando meu marido chegou em casa no começo da noite quase o estuprei de tanto tesão que sentia. Infelizmente meu marido não era o macho que meu corpo cheio de desejos ansiava mas serviu pra dar uma acalmada momentânea. Foi então que foi anunciado na radio local que na cidade vizinha distante uns 50 km em alguns dias iria acontecer o show de uma dupla sertaneja famosa e comentei com meu marido que queria ir assistir.


Ele também gostava dos cantores e junto com uma cunhada, o marido dela, ficou tudo acertado de irmos todos juntos em nosso carro. Dois dias antes do show percebi que nosso carro estava dando umas rateadas no motor e falei para meu marido levar na oficina mecânica e dar uma olhada no defeito e ele disse que ia fazer isso.


O show seria na sexta feira à noite e pra pegarmos lugares na frente do palco saímos bem antes do horário.

Chegamos e deixamos o carro no estacionamento e fomos dar uma volta pelo recinto do parque e como sempre acontecia em festas meu marido e meu cunhado já começaram a tomar latinhas de cerveja uma atrás da outra e certamente iriam acabar ficando bêbados e chatos.


Junto com minha cunhada e a amiga fomos pra perto do palco e enquanto aguardávamos o show principal tinha um conjunto tocando umas musicas bem dançantes e logicamente passei a rebolar e me soltar. Minha cunhada como era uma mulher bem recatada estava com uma roupa bem discreta, mas quando eu ia a lugares onde podia mostrar meu corpo sensual não perderia a oportunidade de deixar os homens babando por mim e estava com uma blusinha curtinha que deixava minha barriga de fora e minha saia era de malha colada ao corpo revelando meu bumbum empinado. Se deixasse a saia no meu corpo como tinha saído de casa até que não era muito curta, mas assim que fiquei longe dos olhares do meu marido enrolei duas vezes o cós na cintura e então a minissaia ficou do jeito que o diabo gosta e os homens adoram. A barra da saia ficou no máximo três dedos pra baixo da minha bucetinha tesuda coberta apenas por uma calcinha fio dental tão pequena que até entrava na minha rachinha sedenta.


Logo a frente do palco ficou completamente lotada de gente e não demorou nada pra que homens taradinhos tentarem me encoxar e apesar da minha cunhada do meu lado acabei facilitando e rapidinho senti várias mãos apertando meu bumbum duro e arrebitado. Sempre tem uns machos mais ousados e do jeito que eu dançava rebolando como uma puta durante as musicas senti alguns dedos espertos deslizando na minha bucetinha toda meladinha e bem safada deixava um pouquinho, mas logo tirava a mão dos taradinhos.


Minha cunhada empolgada com as musicas nem prestava atenção nas minhas safadezas ao seu lado e aproveitei pra também apalpar as rolas dos machos que me encoxavam sem querer querendo. RSS. Minha bucetinha completamente ensopada denunciava minha excitação total e muito safadinha deixava rolar aquela sacanagem deliciosa.


O show acabou e fomos para o estacionamento e quando cheguei la encontrei meu marido e o cunhado já bem chapados e pra piorar a coisa nosso carro não dava nem sinal de vida. Toda puta da vida comecei a xingar meu marido dizendo que ele tivesse mandado revisar o carro não teria acontecido isso. Como sempre quando bebia meu marido ficava mais macho e me mandou tomar no cu e outros palavrões. Sai dali brava pra cacete pra não me estressar mais ainda e fui dar uma volta esperando que quando retornasse eles tivessem conseguido resolver o problema do carro.


Quando mais calma voltei encontrei o carro no mesmo lugar, mas todos haviam desaparecido e logo me toquei que eles provavelmente conseguiram carona e tinham ido embora me deixando abandonada naquele lugar completamente só. A primeira coisa que pensei depois disso foi em também pedir carona pra voltar pra minha cidade mas logo vi que ia ser difícil porque os carros estavam lotados de gente e a maioria das mulheres quando olhavam pra mim com as coxas todas de fora parecendo uma periguete nem deixavam os maridos ou namorados me dar muita atenção e seguiam em frente.


Quando estava quase desistindo e já pensando em ter que procurar um hotel pra dormir vi um ônibus estacionado pegando gente e resolvi perguntar pra onde eles estavam indo e então o motorista disse que o destino era pra uma cidade uns 50 km pra frente da minha.Notei que o ônibus já estava completamente lotado, mas decidi voltar pra casa e após pagar o valor da passagem subi as escadas e já percebi que a viagem seria feita como se fosse numa latinha de sardinha, totalmente espremida. RSS.


Quando subi no ônibus o corredor já tinha bastante passageiros em pé e resolvi ir para os fundos porque acreditava que seria mais calmo. Até o motorista dar partida naquele ônibus velho entrou mais gente ainda e quase não sobrava nem espaço para respirar.Logicamente que alguns homens mais taradinhos quando olhavam pra mim já tentavam me encoxar mas quando o ônibus começou a andar acabei ficando meio espremida ao lado de uma mulher gorda e de um senhor de idade e pra piorar cheiravam a bebida.


Eu tentava me segurar nos canos do teto do ônibus e quando fui me dar conta minha saia tinha subido tanto que metade do meu bumbum estava aparecendo e foi então que percebi que no empurra empurra acabei chegando no fim do corredor e então notei que no ultimo banco tinha dois morenos bem fortes sentados. Eles deram um sorriso safado e então percebi que estavam olhando para minhas coxas e meu rabo empinado e com certeza minha calcinha devia estar à mostra.


Fiz de conta que nem tinha percebido nada e até brinquei dizendo que alguém podia ser cavalheiro, e me deixar sentar no banco.Eu entrei um pouco entre o encosto do banco da frente me segurando pra não cair e logicamente meu bumbum ficou bem diante dos olhos ávidos daqueles rapazes que se mostravam bem safados que puxaram conversa comigo querendo saber meu nome, se tinha namorado e aquela conversa mole de sempre.


O barulho dentro daquele ônibus velho com varias janelas abertas por causa do calor fazia com que quase nem pudesse pra conversar e escutar direito o que aqueles rapazes falavam, mas os safados já botavam as manguinhas de fora elogiando meu corpo e principalmente minha bunda empinada.


Quando o ônibus pegou a rodovia as luzes internas foram apagadas e em poucos segundos já senti que o rapaz que estava mais próximo de mim pegou no meu quadril e se levantando um pouquinho sussurrou no meu ouvido bem baixinho:


-Gata lindona…se vc quiser sentar no nosso colo…acho que a viagem vai ficar bem mais gostosa e confortável…ninguém vai perceber nada com a luz apagada…estamos no ultimo banco…senta…que prometo que você vai adorar!


Toda assanhada com aquele situação e principalmente com a atitude de macho daquele rapaz sussurrei de volta no ouvido dele:


-safado…acho que vc e seu amigo estão cheios de más intenções comigo…sou uma mulher casada…ja pensou se alguém me vê sentada no colo de outros machos sem ser meu marido!


Nem me surpreendi quando senti as mãos dele subindo pelas minhas coxas e seus dedos ágeis deslizaram pelos lados da calcinha e mergulharam na minha xaninha toda ensopada e ele voltou a sussurrar agora todo macho:


-senta logo sua putinha…to sentindo sua bucetinha todinha ensopada nos meus dedos…vamos aproveitar…senta que você vai gostar!


Ele segurou meu quadril e foi puxando meu corpo para seu colo e toda taradinha deixei encaixar meu bumbum no colo daquele macho de atitude. Levei um susto delicioso ao sentir que o safado já estava com a rola dura pra fora da bermunda e a surpresa foi maior quando percebi que entre minhas coxas e deslizando por cima da minha calcinha ensopada tinha uma rola bem grossa e com uma cabeçona enorme toda babada. As mãos ágeis dele já exploravam meu corpo quente cheio de tesão.


Logo o amigo do lado pegou minha mão esquerda e me fez pegar em sua rola e percebi que também era enorme.

Eu tinha uma rola enorme entre minhas coxas e na minha mão outra do mesmo calibre e totalmente dura.Quando dei por mim o rapaz já estava tirando minha calcinha e nem me preocupei em tentar dificultar e até facilitei.


Em segundos aquela cabeçona enorme deslizava entre os lábios da minha bucetinha meladinha e toda tesuda virei o rosto pra pras e sussurrei no ouvido daquele macho:


-noossa…tua rola é muito grande e grossa…não to acostumada…do meu marido é pequena…devagar…pra não me machucar…sou muito apertadinha…ahhh!


O safado ao ouvir minhas palavras cheias de tesão encaixou a cabeçona da sua rola dura como aço na entradinha da minha xaninha meladinha e puxou meu corpo com firmeza. Apesar da determinação daquela macho e talvez por um pouco de medo da minha parte a rola escorregou sem conseguir me penetrar. O outro rapaz apertava meus seios e minha mão apertava seu pau igualmente duro. Em segundos a cabeça da rola foi novamente encaixada na entradinha da minha xaninha tesudinha e dessa vez aquele macho não deixou escapar e senti aquele monstro cabeçudo abrir caminho dilatando as paredes da bucetinha apertadinha até entrar tudinho.

Mordi os lábios pra não gritar. Que rola grossa enorme eu tinha dentro de mim e meu macho todo tarado sussurrou:


-ahhh…que bucetinha apertadinha tem a putinha casada…quente…nossa…que delicia…rebola na minha pica sua putinha…da gostoso pra mim…quero vc rebolando esse rabo bem gostoso…rebola sua cadelinha gostosa…teu macho vai te comer inteirinha!


A estrada cheia de buracos fazendo o ônibus balançar bastante e o tesão de ter uma rolona de macho de verdade enterrada na minha bucetinha apertada fez meu tesão ir a mil e em segundos rebolava completamente entregue. Ele me levantava e soltava meu corpo espetando aquela rola cabeçuda até o talo. Minha bucetinha parecia mijar de tanto liquido que expelia e era um gozo atrás do outro que aquele macho pauzudo me proporcionava.


Se alguém no banco da frente ou perto da gente estava percebendo que estávamos trepando deliciosamente logo deixou de ter importância e meu corpo tesudo tomado pelo prazer rebolava como uma puta atolada naquela picona grossa. O amigo do lado logo puxou meu corpo e foi à vez dele socar sua rolona enorme na minha bucetinha tesuda. Eu tentava não gemer, mas não conseguia me segurar e então quem me fodia tampava minha boca com a mão e socavam a rola com força.


Durante o trajeto que demorou quase uma hora os dois safados se revezavam em foder minha bucetinha cheia de tesão e perdi as contas de quantos orgasmos copiosos atingi só sei que minhas coxas estavam completamente melecadas.


Os dois rapazes não haviam gozado e foi então que um deles se levantou e me fez sentar no banco e logo percebi que iam gozar na minha boquinha sedenta. Quase não cabia entre meus lábios a cabeçona avantajada daquele macho e ele todo tarado socou na minha garganta e em poucos segundos senti o primeiro jato caudaloso de porra fervente que encheu minha boca. Engoli tudo sem deixar nenhuma gota escorrer e logo os safados trocaram de lugar e comecei a mamar na outra rolona enorme e tudo se repetiu da mesma forma.


O outro tarado gozou mais ainda, parecia um cavalo de tanto que ejaculava e até me fez engasgar, mas como uma putinha bem tarada e safada que eu era também consegui engolir até a ultima gota de porra. Quando o ônibus parou pra descer as pessoas da cidade um dos rapazes sussurrou um numero do telefone celular pra que ligasse pra eles se quisesse repetir aquela brincadeira gostosa.


Minha casa não era muito longe do posto onde desci do ônibus e fiquei pensando na loucura que havia feito e só então fui me dar conta que eles haviam ficado com minha calcinha. Minha bucetinha toda gozada sentia o ventinho do ar fresco da noite entre minhas coxas nuas. Quando entrei em casa encontrei meu marido desmaiado no sofá com a mesma roupa que tinha ido ao show. Tomei um banho maravilhoso e ao lavar minha bucetinha tesudinha senti que estava toda inchadinha.Ela tinha levado uma surra de rola grossa e estava “quase” satisfeita, mas se pudesse teria continuado a dar pra aqueles dois machos.


Dormi peladinha e quando acordei de manhã meu marido estava ao meu lado me acariciando pedindo desculpas.

Acordei puta da vida e dessa vez foi eu que o mandei tomar no cu e fiquei uns três dias sem conversar com ele. Quando meu maridinho depois da “geladeira” que dei nele conseguiu comer minha bucetinha gozou que nem louco e depois me elogiou dizendo que eu estava cada vez mais gostosa. Percebi que precisava urgentemente arrumar + alguns machos de pau bem avantajados pra deixar minha buceta mais perfeita ainda pro meu maridinho tolo.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

A Tia Gostosa da minha Esposa



Apesar de minha esposa estar em período de resguardo, aceitamos o convite da irmã dela para passarmos o feriado prolongado em sua casa na serra.
Ao chegarmos lá havia muitos familiares e alguns antigos amigos que de tão próximos eram como se fossem parentes.

Passamos a noite da sexta-feira ouvindo música, bebendo, dançando, conversando, enfim, matando a saudade de alguns que há muito tempo não víamos.

A casa era grande, porém, a presença de muitas pessoas obrigou minha cunhada a acomodar todas as crianças em um só quarto, os homens em outro quarto e as mulheres em outro, ficando apenas minha cunhada acomodada em seu quarto e a tia dela e de minha esposa que era moradora habitual da casa em outro quarto.

Aqueles montes de homem roncando não me permitiam dormir e acabei levantando e indo pra cozinha pegar mais uma cerva, me direcionei a varanda da casa e lá fiquei sozinho pois minha esposa estava dormindo no quarto das mulheres.

Vez ou outra uma pessoa ou outra levantava e ia na sala, na cozinha, mas, a tia de minha mulher me viu na varanda e me perguntou se eu estava sem sono, respondi que não estava conseguindo dormir no quarto lotado de “machos roncando” e ela deu uma risada e falou:

- O último quarto do corredor é meu, se você quiser ir pra lá fique a vontade, tem duas camas de solteiro nele a minha é a que fica à esquerda e a outra perto da janela pode usar.

- Nossa que ótimo tia (eu também a chamava de tia como a maioria das pessoas) posso ir agora?

- Pode sim, eu daqui a pouco estarei lá, estou procurando o floquinho (Yorkshire de sua propriedade) não gosto que ele durma no quintal e depois eu entro.

- Okay tia.

Dito isto tomei um banho tranquilo e do banheiro fui para o quarto da tia e me acomodei na cama que ela indicou.

Continuava sem conseguir dormir porque não tirava da cabeça a bunda linda e empinada de minha cunhada de shortinho que durante a noite dançava funk, pagode, toda se requebrando e aquela visão não saia da minha cabeça... Nossa aquela calcinha socada no rabo, aquelas coxas grossas, aquele cabelo lisinho até em cima da bunda, uma delícia de mulher.

E com esses pensamentos meu pau ficava duro e eu ensaiava uma punheta com a mão dentro do shorte até que a tia entrou no quarto, entrou no banheiro da suíte e foi tomar banho, quando saiu conversamos um pouco e entre uma informação e outra ela perguntou:

- Pensei que te encontraria dormindo e você acordado, já passam das 2 da manhã, você tem problema de insônia?

- Na verdade não tia, mas, no quarto com os homens um barulho danado e quando vim pra cá fiquei sentindo falta de ter minha mulher do lado, ela está no quarto com as outras mulheres e para piorar, está de resguardo então...

- (gargalhadas) então você está atravessando o deserto?

- Pois é tia, fica difícil dormir (risos) e para piorar está no início ainda.

- (Gargalhadas) segura firme querido, logo esse período passa e vocês vão às forras.

 
- (Gargalhadas) espero que sim, tomara.

Dito isto me aninhei na tentativa de dormir e cheguei a adormecer e no fundo uma luz fraca e um som baixinho acabaram por me despertar, levantei levemente a cabeça e vi que tia estava assistindo um filme em um tablet e mesmo estando há alguma distância deu pra notar que era um filme de sacanagem, a cena era um cara pegando uma coroa por trás que estava apoiada em uma máquina de lavar e tia estava tocando uma gostosa e lenta siririca.

Não me contive e me levantei e tomei a liberdade de deitar atrás dela e ela levou um susto e eu já fiz sinal pra ela ficar em silêncio e acalmar-se:

- Oi tia, desculpa, deixa eu ficar aqui com você pra ver o filme também, não estou conseguindo dormir e vai ser relaxante.

- Querido, mas, é constrangedor pra mim.

- Fique tranquila, nunca vou contar a ninguém que estava vendo esses filmes, até porque eu também gosto de ver.

Ela de lado e eu de lado atrás dela e ela meio que concordou e ficamos vendo o filme juntos, o cara do filme então levantou uma das pernas da coroa e socava forte e o closet na pica entrando e saindo e a carinha da coroa curtindo o macho fodendo sua xota deixava-nos hipnotizados e explodindo de tesão.

Tia então começou a fazer pequenos comentários:

- Ó pra isso, racha de sorte.

- Gostosa ela tia.

Enquanto a cena desenrolava, eu apertava meu pau por cima do shorte, mas tinha o cuidado de não encostar na bunda da tia que poderia acabar com a minha festa.

O cara do filme então se deitou na cama e a coroa veio por cima de frente pra ele e começou a cavalgar, o rabo dela dobrou de tamanho e o cuzinho piscava com ela subindo e descendo no pau do cara e eu já estava a ponto de ficar doido e me lembrei que tia estava tocando uma siririca antes e me enchi de coragem e falei no pé do seu ouvido, bem baixinho:

- Me deixa cheirar seus dedos da mão?

- Nossa menino, não, quer me matar de vergonha?

- Deixa vai, que custa?

Ela então pensou por breves segundos e deixou, colocando sua mão pra trás e eu cheirando seus dedinhos impregnados com cheiro de sua buceta. Ai novamente cheguei perto do seu ouvidinho e disse:

- Deixa eu lamber seus dedinhos tia?

- Nossa menino maluco, você endoidou? Deixo não.

Eu insisti e ela acabou cedendo e eu passei a lamber seus dedinhos a essa altura, deixei a pica encostar-se ao rabo de minha tia mesmo a gente estando de roupas, eram leves de tecidos finos e ela chegou a dar um gemido e um pinote pra frente pra desencostar.

No filme o cara coloca a mulher deitada de barriga pra cima e começa a chupar sua buceta e grelinho e tia disse:

- Nossa, que comedor gostoso.

- Gosta assim tia?

- Quem não gosta né? (risos).

- Quer que eu faça na senhora?

-Tá louco? Claro que não.

 
Insisti mais um pouco e ela disse que deixaria se fosse por cima do shorte mesmo, eu que estava louco pra sentir o calor de uma xota já fazia uns dias aceitei na hora é claro e ela ficou na posição e eu entrei no meio das pernas dela e passei a lamber por cima do shorte e dava leves mordidinhas naquela xoxota inchada e quente.

Ela gemia e com uma das mãos puxava meus cabelos, mas, continuava de olhos grudados na tela do tablet.

Ela estava ficando toda molhada e por ela própria disse assim:

- Marcelinho, tira meu shorte, mas, não tira a calcinha, continue fazendo por cima da calcinha tá bom? Me obedeça sou sua Tia.

- Claro tia.

E assim eu fiz, a tia estava com a calcinha de rendinha deliciosamente molhada e eu lambia por cima da calcinha e nas virilhas, ora ou outra lambia a parte interna das coxas e ela gemia e me apertava muito, senti que ela já havia gozado pelo menos uma vez comigo fazendo aquilo.

O cara do filme então coloca a mulher de lado e esfrega o pau na entrada do cuzinho da coroa e aos poucos vai forçando a cabeça pra dentro do rabinho dela e tia a essa altura já estava começando a perder a cabeça e diz:

- Ahhh esse tarado vai foder o cuzinho dela.

Dito isto, ela instintivamente puxa a calcinha pro lado e me deixa finalmente cair de boca na xoxota dela e eu é claro aproveitei pra socar a língua no cuzinho, roçando e arrancando gemidos de tia que começou a rebolar na minha língua.

- Assim Marcelinho, assim, continua, vou encher sua boca de mel vai seu cachorro, safado, sem vergonha...

Ela gozou de novo, seu corpo ficou gelado e ela tremia gozando na minha boca e puxava meus cabelos com tanta força e só soltou quando deu o último espasmo jorrando leite pra fora da buceta.

Tia me puxou pelos braços, e me deu um beijo super profundo e tesudo, ela me apertava, gemia, chupava minha língua, entrelaçou suas pernas pelas minhas costas, apertava minha bunda e me tirava o fôlego com aquele beijo quente e profundo, uma delícia.

Meu cacete dentro do shorte roçava na buceta de tia e ela dava pequenas reboladas por baixo de mim, tia era muito quente e profissional, ela erotizava muito e olha que eu mesmo nada havia feito ainda, mas, estava adorando aquilo.

Ela então me coloca deitado na cama, retira meu shore e o pau dá aquela estilingada e ela sorri e diz:

- Nossa como esse mocinho é grande, será que tem o gosto bom?

- Prova.

- Claro que sim.

Caiu de boca na piroca e se deliciava, não tinha pressa de nada, curtia, olhava, lambia, cheirava, elogiava, esfregava no rosto, mamava, lambia as bolas, fazia carinho, conversava com o meu cacete como se estivesse falando com outra pessoa, tia era louca por um pau duro e eu estava no paraíso deixando-a inteiramente a vontade.

Depois de deixar meu pau estalando de tão duro, ela veio por cima me ofereceu os seios pra mamar e com uma de suas mãos por baixo do corpo pegou meu cacete e direcionou pra entrada da buceta, quando ele deu aquela entradinha inicial ela deu um gemido tão gostoso, uma carinha de putinha tão maravilhosa que eu fiquei vidrado e agradecendo aos céus por seu eu o macho que estava ali “alimentando” aquela fêmea experiente.

Ela quicava e rebolava com agilidade, velocidade e força, eu dava tapas na bunda branca dela com pouca força para que ninguém lá fora pudesse ouvir os estalos mas, ela pedia mais força, mais força...

Como o som lá fora permanecia ligado, decidi aumentar a força e deixar rolar, a bunda estava vermelha com a marca dos meus dedos e ela cada hora mais louca e vibrante quicando no meu cacete duro, podia sentir o fundinho da buceta, o pau encostava-se ao útero dela e ela já gozava novamente e sempre que isso ia acontecer ela me dava um daqueles beijos fortes e profundos e de tanta pressão que o mel saia da xota que chegava a fazer o som “espirrando” uma verdadeira delícia de mulher.

Ela caiu para o lado e ficou parada totalmente suada e eu comecei a beijar suas costas e fazer bastante carinho e ela disse:
- Você louco é? Não deveria estar comendo a sua Tia.

- Tia, eu estou adorando isso, a senhora fode muito, que buceta quente e deliciosa a senhora tem.

Então rimos e ela disse:

- Já que gostou tanto assim da minha buceta, me fode de 4 agora, quero ser sua cadela.

Tia colocou-se naquela posição e eu ão resisti, dei várias lambidas na bunda, xota e cuzinho dela antes, aquele cheiro de fêmea inundava todo o quarto, eu estava tão tesudo que chegava a doer, então me posicionei atrás dela, pincelei e fui empurrando devagar, segurando pelas ancas tive o controle daquela flor rosada bem na ponta do meu pau e ela gemia e começava a ficar tensa a ponto dela mesma jogar o quadril pra trás fazendo com que o pau invadisse sua buceta de uma única vez, ela deu um gritinho e eu comecei a socar a pica nela sem dó.

- Assim meu garanhão, me faz sentir dor, me fode no fundo vai...

Eu voltei a dar tapas na bunda dela e socar com força, baixinho eu a chamava de puta, cachorra, piranha e ela parecia ficar ainda mais louca e rebolava na vara com tanta vontade que eu tinha que me esforçar pro leite não voar da pica.

Variei de posição, de lado, depois ela me cavalgou de costas, estávamos suados, o estrado da cama dela chegou a ceder, passamos a meter na cama que eu estava antes e por fim depois de gozarmos juntos e desmaiarmos na cama, passados uns 20 minutos de descanso ela disse:

- Marcelinho, eu preciso te confessar uma coisa.

- Fala tia.

- Estou com fogo no rabo, doida pra sentir um pau no meu cuzinho, mas, não tenho experiência, seu tio nunca gostou muito de foder minha bunda, ele era muito conservador entende?

- Claro que entendo tia, e é claro que eu vou te ajudar com o maior prazer, mas, preciso que a senhora faça aquele boquete gostoso novamente (risos).

- Hum entendi seu ordinário, quer que eu prepare a cobra que vai me morder né? (risos).

- Isso mesmo tia, a cobrar vai te picar (risos).

- Ai que delícia, essa cobra tem um cabeção, adoro sentir dor, promete que vai me fazer chorar quando me enrabar?

- Prometo se a senhora quer assim...

Ela então deu um sorriso e um selinho e já foi pra cima do meu cacete e abocanhou, ela mamava e punhetava e falava um monte de sacanagens pra incrementar o momento, até que se levantou, e espontaneamente posicionou-se de 4, arreganhou as nádegas utilizando as duas mãos, eu aproveitei pra primeiro cheirar e lamber aquele cuzinho lindo da tia e todo aquele bundão grande e aos poucos comecei a pincelar até que ele foi se abrindo, dando pequenos estalos e eu me lembrei da questão da dor que ela disse que precisava sentir, segurei-a pelas ancas e forcei o cacete de uma só vez pra dentro do seu rabinho ela enfiou a cara no colchão e gritava abafadamente, eu continuava judiando e ela junto os lençóis e mordia, a carinha de dor e prazer foram inesquecíveis pra mim, ela babava e eu aproveitava para bater na sua bunda com força e ela rebolava feito uma puta paga e nesse frenesi ficamos durante longos minutos até que anunciei que iria gozar esperando que ela virasse e viesse tomar o leite quentinho mas ela preferiu receber a porra todinha no rabinho e eu quase desmaiei de tesão, cai por cima dela com o pau dentro do rabo e quietinhos e com a respiração acelerada em ambos a piroca foi amolecendo e em estalos vagarosos e intercalados abandonando o cuzinho que vez ou outra ainda dava uma apertadinha nele como se quisesse evitar sua saída.

Silenciosamente fomos tomar banho, namoramos com muitos beijos na boca como se fôssemos namorado, uma delícia de momento e depois nos vestimos e cada um foi desabar em sua cama, acordei de manhã e ela já havia se levantado e quando cheguei a sala, todos estavam alegres e já fazendo farra, tia estava conversando com minha mulher e eu já torcendo para que o dia terminasse logo, para poder foder mais uma vez aquela puta deliciosa sem que ninguém soubesse que a partir daquele dia, eu era o seu macho comedor.

Infelizmente Tia é avessa a fotografias e não me permitiu registrar esse momento.
Fico devendo.

Beijos do Apache


A Esposa e o Primo, marido sabendo de tudo


Meu nome é Shirley, sou casada com o Jony, ambos na faixa dos 30 anos, somos liberais e adoramos realizar fantasias, ele me apoia em tudo, não gostamos de desperdiçar uma chance quando o assunto é sexo, meu marido é corno manso assumido e adora ver ou saber que transei com outro, depois agente senta e escreve esses contos. Estamos juntos há 13 anos e em todo esse tempo fizemos várias amizades que resultou na realização de muitas fantasias. Vou contar mais uma pra vocês. Uma certa vez, veio passar alguns dias na minha casa o meu primo Bruno, filho da minha tia, eu considero ele como meu irmão, nós temos quase a mesma idade, fomos criados juntos, eu gosto muito dele, quando crianças, nós bricavamos juntos, simulávamos ser marido e mulher, meus primeiros beijos e toques foi com ele mais nós eramos crianças e não tinha graça nenhuma, o tempo foi passando e Bruno foi morar em outra cidade, hoje ele é noivo, eu casada e sempre que ele vem a nossa cidade fica hospedado em minha casa. 

Pois bem, um certo dia, eu estava na escola onde estudo a noite e liguei pro Jony, meu marido vir me pegar depois das aulas, ele respondeu que o nosso carro havia ficado na oficina quebrado e ele estava muito cansado, perguntei se poderia ir de moto-taxi para casa e ele me respondeu que não, que ele iría mandar o meu primo Bruno ir me pegar na escola pois ele estava louco para conhecer a escola e algumas alunas, terminou a última aula e lá estava meu primo Bruno me esperando no portão da escola, ele me pediu para apresentar algumas amigas e não o fiz pois ele era noivo, peguei no seu braço e fomos caminhando para casa, já era mais de 22:00 Hs, vinhá-mos caminhando por uma rua escura, com poucas casas, lá havia um terreno baldio, descampado, havia um muro grande e na sua entrada uma lixeira gigante, ouvimos gemidos fortes e fomos ver o que era, chegamos sem fazer barulho e ficamos por traz da lixeira, dentro do terreno, a uma certa distância, havia um carro parado e um casal de namorados tranzando, a moça deitada em cima do capô do carro e o rapaz em pé, segurando suas pernas e metendo nela, nós ficamos abaixadinhos por tráz da lixeira assistindo aquela cena e dando risadas baixinho, depois de alguns minutos vendo aquela cena eu comecei a ficar excitada, minha buceta foi ficando úmida, olhei pro Bruno e chamei ele para ir embora dizendo que se eu continuasse a ver aquela cena iría dar vontade de fazer o mesmo, em seguida, Bruno me pediu para ficar mais um pouco dizendo que se a minha vontade aumentasse ele estaria alí para dar conta do recado, que isso ficaria só entre agente, como nos tempos de criança, nós sorrimos , em seguida ele me abraçou por traz e ficamos vendo aquele casal se amando, coloquei os livros no chão e fiquei rosando minha bunda lentamente no pau do Bruno que foi ficando duro feito ferro, Bruno me abraçava por traz apertando meus seios e tocando minha buceta por dentro do meu short, o clima foi esquentado, Bruno desceu meu short e afastou minha calcinha pro lado, depois colocou seu pau pra fora e foi enfiando na minha buceta lentamente, quando entrou tudo ele começou a meter devagarinho, ficou metendo na minha buceta por traz de mim e beijando meu rosto e pescoço, estava muito gostoso, o pau dele entrava gostoso dentro da minha buceta, ficamos tranzando em pé e ao mesmo tempo assistindo aquele casal fazer o mesmo, depois de um certo tempo, Bruno começou a meter mais forte dentro de mim, eu pedia pra ele enfiar todo o seu pau dentro da minha buceta, sem perceber nós começamos a gemer forte e um pouco alto, isso acabou chamando a atenção daquele casal que pararam de tranzar e vinheram em nossa direção, rapidamente nós levantamos nossas roupas, peguei meus livros e saímos correndo daquele lugar, depois que dobramos a rua nós continuamos a andar normalmente em direção da minha residência, no caminho Bruno foi se lamentando que a nossa tranza estava gostosa demais para terminar da forma que terminou, eu disse a ele que ficasse tranquilo que eu daria um jeito para agente terminar o que havia começado, chegando em casa, abri a porta e entramos, fui até meu quarto e vi que o jony, meu marido, dormia que roncava, liguei o ar condicionado e tranquei a porta do nosso quarto por fora para o jony não sair, caso ele acordasse, mandei o Bruno ir tomar banho e me esperar na sala, depois foi a minha vez de tomar banho, quando terminei o banho, sai enrolada em uma toalha até a sala, lá o Bruno estava sentado no sofá, só de cueca, eu me ajoelhei entre suas pernas, tirei sua cueca, peguei seu pau e comecei a chupar, engolia tudo ficando somente as bolas do lado de fora, senti aquele pau crescendo dentro da minha boca e chupei até ele ficar bém duro, em seguida, eu me levantei, retirei a toalha e subi em cima do sofá, abri um pouco as pernas e deixei minha buceta na altura do seu rosto, ele não pensou duas vezes e começou a chupar minha buceta, parecia que ele tinha um vibrador na língua pois chupava muito gostoso me levando ao delírio, eu peguei sua cabeça e precionei contra meu corpo, fiquei esfregando minha buceta na cara dele até gozar em seu rosto, adoro essas preliminares pois lubrifica minha buceta para receber um pau duro, depois disso, eu me abaixei e sentei em seu colo, encaixei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar, ele me segurava pela bunda e chupava meus seios enquanto metia na minha buceta, eu delirava de tezão subindo e descendo em cima daquele pau duro, depois resolvemos mudar, eu sai de cima dele e fiquei de quatro em cima do sofá, ele veio em pé por traz de mim e enfiou na minha buceta novamente, me segurava pela cintura e metia tudo dentro do minha buceta, estava muito gostoso, meu priminho estava me comendo com carinho, nós começamos a gemer e eu fiquei com medo do Jony ouvir e acordar pois a sala ficava próximo a porta do nosso quarto, então peguei na mão do Bruno e fomos andando em direção a área de serviço da minha casa que fica no quintal, me sentei de pernas abertas em cima da pia da lavanderia, ele se aproximou de mim em pé entre minhas pernas, pegou seu pau e enfiou de uma vez dentro da minha buceta, senti que entrou tudo, abracei ele pela bunda e precionei seu corpo contra o meu e ele continuou metendo em minha buceta, estava muito gostoso, cheguei a gozar mais uma vez com o pau dele dentro da minha buceta até ele pedir para enfiar no meu cuzinho, não fiz questão, afinal eu gosto muito dele, é meu priminho de coração, em seguida, joguei meu corpo para traz e escorei minha cabeça na parede, ele levantou minhas pernas, retirou seu pau da minha buceta e colocou na entrada do meu cuzinho, como o pau dele não era tão grande e grosso entrou com facilidade dentro do meu cú, quando fui perceber ele já enfiava tudo dentro do meu cuzinho deixando somente as bolas do lado de fora, eu massageava minha buceta e ficava assistindo aquele pau duro entrando e saindo de dentro do meu cu, estava uma delícia, depois de vários minutos nessa pocisão ele anunciou que queria gozar, eu já estava com uma vontade enorme de gozar junto com ele, então eu desci de cima da pia, mandei ele lavar seu pau com sabão e que em seguida ele fosse pro quarto de hospede pois eu estaria lá esperando por ele pra gente gozar juntos, cheguei no quarto e fui logo me deitando em cima de cama de pernas abertas, coloquei duas almofadas debaixo da minha cabeça e uma debaixo da minha bunda, fiquei esperando o Bruno, em poucos minutos ele chegou e foi logo pra cima de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter, eu gemia de tezão pedindo pra ele enfiar tudo dentro de mim, depois de alguns segundos, ele começou a meter rápido e forte na minha buceta, chegava até a pular em cima de mim, pedi pra ele chupar meus seios enquanto metia na minha buceta e isso ascendeu um fogo dentro de mim, nosso tezão chegou ao limite máximo, começamos a gemer forte, nossos corpos começaram a tremer e acabamos gozando os dois juntos, ele gozou muito dentro da minha buceta, era muito esperma, inundou tudo, depois ele saiu de cima de mim e foi até o banheiro se lavar, eu fiquei deitada, relaxando um pouco, em alguns minutos ele voltou, deixei ele a vontade para dormir e fui direto pro meu quarto, quando cheguei lá, o jony, meu marido, ainda dormia, resolvi acordar ele pois o esperma do Bruno escorria pelas minhas pernas e o Jony adora ver isso, acordei o Jony e me deitei ao seu lado, de pernas abertas, a minha buceta brilhava com tanto esperma, o Jony quando viu perguntou logo de quem era aquele esperma e eu respondi que ele poderia fazer o que mais gosta que é chupar minha buceta cheia de esperma deixando ela bém limpinha, sugar tudo e sentir o gosto do esperma do macho que me comeu e que depois eu contava pra ele de quem era aquele esperma e o que havia acontecido, depois de ouvir isso, Jony caiu de boca na minha buceta, chupava com vontade, em seguida seu pau ficou duro, ele continuou chupando minha buceta e batendo uma punheta até anunciar que queria gozar, Jony queria gozar na minha buceta mais eu não deixei, puxei ele até meu rosto e comecei a chupar seu pau, depois de alguns minutos, ele retirou seu pau da minha boca e começou a se punhetar rápido, eu abri minha boca ao máximo e fiquei esperando, em poucos segundos ele gozou dentro da minha boca, como ele é meu marido eu engoli todo o seu esperma até a última gota, o Jony gostou muito e eu também, estavámos realizados, depois caimos pro lado e fomos dormir. 

No outro dia eu contei pro jony tudo que havia acontecido entre eu e o Bruno, ele adorou e disse que eu poderia transar com ele quantas vezes quisesse contando que, por enquanto, eu não deixasse o Bruno desconfiar que ele sabia de tudo que acontecia entre nós dois. Depois desse dia, eu e o Bruno ficamos bastantes íntimos e confiamos um no outro, ele se tornou meu amante de confiança e já fizemos algumas loucuras sexuais. Com o passar do tempo, o Bruno começou a cursar faculdade na minha cidade e como ele é meu primo, passou a frequentar minha casa com mais intensidade, estávamos sempre juntos, eu, ele e o Jony e depois de um certo tempo agente transou na frente do meu marido que adorou assistir a tudo. Esta foi mais uma das muitas que virão pois não perdemos tempo e oportunidade.

C@sadinha anonima

segunda-feira, 13 de maio de 2019

A primeira vez que traí meu marido




Me chamo Eliane... uma mulher comum com outras, sou casada dois filhos, mas quando faço amor com meu marido não é a mesma coisa, então tenho minhas fantasias, eu não sou linda do tipo file mignon mas tenho meus atributos, sou gostosa, e quando me olho no espelho sinto que os homens me comem com os olhos, e eu adoro isso adoro ser desejada  embora me sinta bastante constrangida qdo percebo que alguém está me olhando. Então acabei conhecendo uma pessoa e foi pela internet.. ah essa internet, nos proporciona viajarmos na imaginação até trair sem sair de casa, mas trair seria a palavra certa??? Se procuramos satisfação prazer tesão, aquele que não conseguimos em casa, sabe acho que ter uma experiência nova até ajuda, sentimos que estamos vivos e que ainda podemos ter e dar prazer pra alguém.
Bem.. então como falava conheci esse alguém pela internet, conversamos por algum tempo, viajávamos em nossas fantasias românticas,    mas pela internet nunca rolou nada de sexo em nossas conversar...eu só achava ele muito atraente e tinha uma curiosidade louca em conhecê-lo, me sentia meio encantada pela forma educada, gentil, carinhoso e romântico que ele aparentava ser     até que um dia marcamos pra nos encontrar, ele estacionou o carro dele numa esquina e ficou esperando até eu sair, quando eu sai ele veio ao meu encontro, nos encontramos no meio da rua, ele olhou pra mim e eu pra ele tínhamos certeza que eramos nós apesar de nenhum conhecer o outro pessoalmente.... entrei no carro dele, até hoje não sei explicar minha reação mas me senti tão a vontade na presença dele, e lembro perfeitamente que qdo sentei ao seu lado coloquei espontaneamente minha mão sobre sua perna e não fiquei constrangida,.

          Nos dirigimos pra um local afastado.... era noite e chovia de leve então ele parou o carro, e conversamos, ele passava a mão no meu cabelo, eu retribuía, trocamos caricias por um bom tempo até que ele se inclinou pra mim e beijou-me... rapidamente ele inclinou o banco que eu estava e veio sobre mim...pude sentir seu pau duro forçando sobre mim ...estava com medo assustada e ao mesmo tempo queria mais...tentei empurrar ele de cima mas era forte e nem sequer se mexeu...apenas dava um sorriso meio malandro então rapidamente ele mudou de posição    não sei como aconteceu mas quando dei por fé estava sentada no colo dele, e nos beijávamos como dois adolescentes enamorados... eu sentada no colo dele e ele me puxava para si enquanto me beijava tocava carinhosamente meus seios tb. ele estava super excitado.... confesso que eu tambem estava e naquele momento não respondia por mim ele poderia fazer o que quisesse comigo eu seria sua cumplice...

ele me devorava com os olhos e dizia que meus olhos estavam brilhando como estrelas e acho que estavam mesmo pois mesmo sabendo que não era correto pois embora eu já estivesse em processo de separação me sentia casada ainda pois nada tinha sido oficializado, mas a atração que ele exercia sobre mim era uma coisa que não conseguia explicar...lembro como se fosse hoje o cheiro que sentia na pele dele e qto isso me deixava excitada, eu acariciava o rosto dele e embora não seja um homem lindíssimo...achava ele extremamente atraente...gostoso...meu gotoso como chamo ele.

e ficamos assim ambos com vontade de fazer amor mas.... nesse dia não aconteceu nada, nos despedimos então no dia seguinte liguei pra ele, marcamos num lugar ele me pegou e voltamos para o mesmo local do dia anterior, paramos e trocamos beijos e caricias como no dia anterior, mas como nessa vez estava de dia ele sugeriu que fossemos a um lugar mais discreto, privado, eu concordei mas ....   então ele dirigiu para um Motel, confesso eu tremia toda, não sei se pela excitação do momento ou se pela adrenalina de estar fazendo algo proibido........  Entramos no quarto, começamos a nos beijar.... ele me pegou no colo e me colocou na cama, eu ainda de roupa..... ele começou a beijar-me a acaricar-me..... eu meio encabulada não sabia se retribuía ou se ficava parada, apesar de todo minha desinibição no dia anterior dessa vez eu estava perdida, DEPOIS FOI MINHA VEZ DE IR ATÉ A CIDADE DELE....
Foi  ele que  tomou a iniciativa, começou a tirar minha blusa..... meu soutiem,... enquanto tirava um a um ele beijava...., beijou minha barriga, depois tirou minha calça comprida....., e finalmente minha calcinha, eu estava nua na frente de outro homem que não era meu marido, minha adrenalina ficou alterada.. e ele beijava-me.... beijou meus pelo pubianos.. até que....  meteu a lingua na minha buceta....... meu clitoris... ahhh!!!!  delirei...., ele chupava-me, nunca homem algum tinha feito esse carinho pra mim, nunca imaginei que ser tocada daquela forma meu marido nunca tinha feito e nem imaginava que fosse tão prazeroso eu queria gritar de tanto tesão...meu marido não se permitia a certos tipos de caricias.... em casa sempre fizemos o ritual papai e mamãe.... então eu estava nas nuvens....

Quando finalmente ele posicionou seu corpo sobre o meu, pude sentir o peso, sentir o seu pau duro entre minhas pernas.... querendo invadir-me, ao mesmo tempo que eu tinha medo desejava que ele continuasse  então senti a cabeça do pau dele invadir minha buceta como um explorador numa selva virgem... e ele entrou todo triunfalmente rompendo a barreira do pudor do proibido, ele bombeava fortemente e eu tremia, gemia porque tb estava gostando, e assim ficamos..... fazendo amor gostoso..... eu estava dando pela primeira vez para um pinto diferente do que eu estava acostumada e.... não esqueço os gemidos que ele dava enquanto entrava em mim e me falou assim: - Nossa como vc é apertada e gostosa....jamais tinha feito amor ouvindo sequer um murmuro no ouvido....meu ex marido nunca falava absolutamente nada enquanto fazíamos sexo e nesse dia eu soube exatamente o que era gozar com um homem dentro de mim...foi inesquecível o que senti...qdo recordo daquele momento fico molhada e louca para repetir.

             DEPOIS DISSO....  EU .NÃO RESISTI A UMA ÚNICA VEZ ESTAR COM ELE... PASSADO UM MÊS APROXIMADAMENTE NÓS COMBINAMOS NOVO ENCONTRO E ELE VEIO...ME PEGOU E SAIMOS SEM RUMO PELA BR ENQUANTO ELE DIRIGIA ME TOCAVA MAS EU NÃO SABIA BEM O QUE FAZER E ELE ME CONDUZIU...ME ENSINOU COMO AGIR ...ELE ESTAVA EXCITADO DEMAIS.. E PUXOU-ME  PRA PERTO E PEDIU PARA EU ME INCLINAR E CHUPAR O PAU DELE...ENQUANTO DIRIGIA FOI DIVINO EU DEITADA SOBRE SEU COLO CHUPANDO E ELE ME TOCANDO COM A MÃO QUE ESTAVA LIVRE....LEMBRO QUE FIQUEI LOUCA DE TESÃO.....QUERIA SENTIR ELE DE NOVO DENTRO DE MIM...ESTAVA IMPACIENTE E LOUCA PARA CHEGAR DE NOVO NUM MOTEL....UMA MISTURA DE MEDO E PRAZER ME INVADINDO.....MEU CORPO TREMIA SEM CONTROLE QDO ENTRAMOS FINALMENTE NO MOTEL E ELE FOI LOGO ME EMPURRANDO SOBRE A CAMA E VINDO PRA CIMA DE MIM...UMA MISTURA QUE PARECIA SER DE BRUTALIDADE E AO MEMSO TEMPO DE TERNURA...NA HORA QUE ME SEGURAVA FORTE SENTI UM POUCO DE MEDO E AO MESMO TEMPO PRAZER...ENTÃO MAIS UMA VEZ FOI DIVINO...ELE ME PENETROU....ME FEZ SENTIR MULHER...GOZEI LOUCAMENTE E ELE TBEM...NÃO ESTAVAMOS SATISFEITOS AINDA E LOGO EM SEGUIDA RECOMEÇAMOS...ELE PASSAVA A MÃO PELO MEU CORPO DIZIA QUE MINHA PELE ERA MACIA E CHEIROSA E ME VIROU DE COSTAS E FEZ MAIS UMA COISA QUE NUNCA TINHA EXPERIMENTADO, RSSS ME BATEU....UNS TAPAS FIRMES MAS SEM DOR..PELO CONTRÁRIO DAVA PRAZER ME EXCITAVA MUITO...


     ENTÃO ME SEGUROU PELOS CABELOS BEM PRÓXIMO DA NUCA ME DEIXOU DE QUATRO E ME PENETROU FUNDO... GRITEI DE TANTO PRAZER ...FOI A PRIMEIRA VEZ NA MINHA VIDA QUE DEI ASSIM, FIZ UM ANAL DANDO O MEU CU PRA ELE QUE TIROU A MINHA VIRGINIDADE ANAL QUE SANGROU,  MAIS UMA VEZ APRENDI OUTRA FORMA DE FAZER AMOR QUE TBEM NÃO CONHECIA E O QUE SEMPRE ME DEIXAVA MALUCA  ERA OS GEMIDOS E PALAVRAS OBCENAS QUE ELE DIZIA....FOI DELIRANTE E NÃO ESQUEÇO NUNCA.....

 

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Esposa fudendo com patrão para manter emprego do marido



Estou casada há seis anos. Tenho 28 anos, um filho de quatro anos e me acho bonita, porque além dos elogios do meu marido, seguidamente levo cantadas na rua, no mercado e principalmente no meu trabalho. Por acaso descobri este site há uns dois anos e às vezes gosto de ler as histórias contadas aqui. As que me deixavam e ainda deixam mais excitada, sem dúvida, são as que envolvem traição feminina. Eu trabalho numa empresa multinacional, com várias filiais no Brasil. A cada quatro ou cinco anos, a empresa muda de gerente. O último que veio transferido para a filial que trabalho, está fazendo quase dois anos. Nos últimos oito meses, esse gerente que usarei o nome de Roberto. Um senhor bem apessoado, com seus 46 anos, casado, alto e um pouco moreno.

Ele começou a me dar mais atenção no começo e aos poucos foi dando umas indiretas e mais tarde já estava me dando umas cantadas. Eu sempre fazia de conta que não entendia e desviava o assunto, quebrando o clima dele. Até porque eu era e sou casada e não desejava ter nada ou correr riscos por motivo de sexo, já que isso eu tinha em casa e bem feito. Não negava nada ao meu marido, inclusive sexo anal.

Há três meses, meu marido ficou desempregado. Acabei contando para algumas amigas e colegas de trabalho. Não sei quem foi que contou, mas até meu gerente já estava sabendo.
Em umas das indiretas e cantadas que recebi do Roberto, ele confessou saber do desemprego do meu marido, dizendo que se precisasse de ajuda, era só falar com ele. Neguei e agradeci, é claro!

Só que as semanas foram passando e nada de ele arrumar outro emprego, com isso nossa grana foi acabando e se demorasse mais um pouco, iríamos começar a atrasar contas mensais.
Em uma oportunidade que tive, quando fui até a sala do Roberto, acabei perguntando se havendo alguma vaga na filial, meu marido poderia ser contratado, já que as coisas em casa estavam ficando complicadas.

No começo o Roberto usou da sua formalidade, explicando que no momento não tinha necessidade de contratar ninguém, mas que precisando, avisar-me-ia. Agradeci pela demonstração do seu interesse e saí.
No dia seguinte, uma colega de trabalho me avisou que o Roberto precisava falar comigo e era para eu ir até sua sala. Fui sem saber o que seria, já que isso eu fazia com frequência.

Quando entrei, ele pediu para me sentar e tocou no assunto do meu marido.
O Roberto disse que havia falado com a matriz, alegando precisar contratar mais pessoal, no que foi autorizado. Aí ele acabou agindo de malandragem, dizendo que meu marido teria boas chances, mas dependeria muito de mim.
Na hora entendi tudo e acabei dizendo a ele:
“-Olha, Senhor, eu acho que não é justa a maneira que ele estava propondo para dar o emprego ao meu marido.”

Sua resposta foi bem assim:
“- Sei que você é casada, eu também sou, mas estou sentindo muita excitação por você, já que sua beleza me encantou, principalmente seu corpo que é muito lindo.”
Aquilo mexeu comigo, apenas comentei não ser correta sua atitude. O Roberto disse que eu tinha dois dias para pensar, já que este era o prazo que ele tinha, para contratar o novo funcionário.

Voltei pra casa atordoada, sem saber o que fazer, mas a noite, eu comentei com meu marido, que a empresa iria pegar mais um funcionário e que eu até já havia comentado com o gerente sobre ele. Meu marido ficou contente, dizendo que torceria para que desse certo.
Sentindo seu contentamento de poder voltar a trabalhar na mesma empresa que eu, acabei ficando numa situação complicada, porque para que isso viesse a acontecer, dependeria somente de mim e eu sabia o que seria.

Durante a noite, quase nem dormi, só pensando no que fazer.
No dia seguinte já no trabalho, precisei levar uns documentos para o Roberto assinar. Depois que ele assinou, me perguntou se eu já tinha pensado e decidido sobre a sua proposta. Não disse que sim, e nem que não. Apenas que precisávamos conversar.

Foi aí que o Roberto, safado que ele era e usando do seu poder, disse pra eu ir falar com o pessoal do RH, e dizer que eu precisaria faltar algumas horas no dia seguinte, para poder ir ao médico fazer consulta e exames. Assim eu teria como faltar ao trabalho, já que o Roberto disse que aproveitaria também para sair, alegando que iria visitar dois clientes. Que, com tudo isso, ninguém desconfiaria de nada, pois deveria ser segredo nosso.
Naquelas alturas acabei confirmando sua sugestão, mas antes de sair, já marcamos um lugar para nos encontrarmos.

 
O restante do dia não passava e minha cabeça estava nas nuvens, tanto que não consegui fazer direito meus trabalhos. Além disso, acabara de aceitar uma proposta, digamos indecente, onde eu acabaria cometendo minha primeira traição dentro do meu casamento, mas por um bom motivo: o emprego do meu marido.
Fui pra casa só pensando no dia seguinte, preocupada, mas ao mesmo tempo imaginando como seria estar com outro homem. Até lembrei-me dos relatos escritos em sites de contos eróticos e acabei ficando um pouco excitada, só de me imaginar transando com o outro homem.

No dia seguinte, que era uma quinta-feira, saí de casa vestida como sempre me vestia. Às vezes eu ia de calça comprida e às vezes de vestido. Acabei optando pelo vestido, pelo menos seria mais excitante.
Peguei o ônibus como de costume e desci três quadras após, onde sempre paro que era o local marcado. O Roberto já estava me esperando dentro do Vectra que ele usava, como gerente da filial.

Assim que entrei, toda nervosa e cheia de medo, ele saiu rapidamente, indo direto para um motel. O tempo que durou a viagem foi uma tortura, porque na minha cabeça, eu tinha a consciência de que não era certa a minha atitude, mas que ela já estava tomada, para o bem de minha família, já que temos um filho para criar e educar.

Quando chegamos ao motel, por sinal muito bonito e numa suíte cheia de luzes e espelhos, acabei ficando um pouco sem saber o que fazer, além, é claro, da minha situação de nervosismo. Afinal, era a minha primeira vez num quarto de motel e ainda por cima, com um homem que não era o meu marido.

O Roberto com toda sua experiência com mulheres, com certeza, foi me abraçando e beijando, dizendo estar muito contente pelo momento, dizendo que eu não me arrependeria, porque na semana seguinte, meu marido iria ser contratado.
Isso serviu para me deixar mais aliviada e, digamos disposta a fazer com ele, tudo o que uma mulher faz com seu marido entre quatro paredes.

Vendo minha reação pela notícia, o Roberto começou a puxar as alças do meu vestido, o deixando cair aos meus pés, deixando-me somente de calcinha e a sandália. Ele mesmo fez questão de tirar minhas sandálias e em seguida começou a baixar minha calcinha, fazendo aparecer minha boceta levemente raspada e, não posso negar, também um pouco molhada.
Ele deu alguns beijos nela, dizendo ser muito linda a minha bocetinha.

Depois ele mesmo foi tirando a camisa social, a calça e em seguida sua cueca. Quando vi seu pênis, fiquei admirada e até encantada, porque além de ele ser bastante escuro, tinha um tamanho bem razoável e grosso. Imagino que tinha uns seis centímetros a mais que o meu marido, sem contar na grossura, que era muito mais.

Em pé mesmo, ele me virou de costas e me agarrou por trás, esfregando-se na minha bunda. Enquanto que ele se esfregava, suas mãos apertavam meus seios que são um pouco grandes. Nessa maneira, tenho que confessar que estava gostoso sentir suas carícias, mordidinhas na minha orelha e pescoço, me deixando já excitada, e ao mesmo tempo, seu pau ia endurecendo com as esfregadas que ele dava na minha bunda.

Aos poucos, eu o senti todo duro, cutucando minhas intimidades.
Ainda em pé, ele me fez afastar um pouco as pernas, colocando seu pauzão no meio delas. Fiquei assustada, porque a ponta dele apareceu do outro lado, me fazendo ver uma cabeça enorme e vermelha.
Na posição em que eu estava, o sentia passando todo aquele pau nos lábios da minha vagina e, além do que, ele estava com uma mão massageando delicadamente o meu clitóris, me deixando cada vez mais excitada.

Eu não tinha visto camisinha, por isso perguntei se ele tinha. O Puto safado respondeu que ele estava confiando, cegamente, em mim e eu podia ficar sossegada e sem medo, porque ele é obrigado a fazer exames mensais para mandar para a matriz e que já havia feito vasectomia. Isso me deixou tranquila.

Como eu já demostrava toda a minha excitação e o prazer que estava sentindo, e o seu pauzão não parava de passar entre minhas pernas e os lábios da minha bocetinha já toda molhada, o Roberto me fez apoiar as mãos na cama, ficando com a bunda levantada e virada pra ele.

 
O safado ficava brincando com a minha pobre bocetinha, esfregando aquela cabeçona enorme na entradinha. Vendo que ela estava bastante lubrificada com meus sucos internos, ele começou a me penetrar.
Quando senti a passagem daquela cabeça enorme me invadindo, não resisti e soltei um forte gemido, sem dizer na grossura daquele cacetão que estava alargando minha bocetinha estreita.

A diferença era bastante grande entre o seu pau e o do meu marido, por isso pedi para ele por devagarinho.
Nunca fui de gritar e gemer alto, até porque nunca precisei, apesar de que em consigo gozar até três vezes, mas pelo tamanho do pênis do meu marido, não tinha porque gritar.
Naquele momento eu estava agindo diferente. Como era uma situação totalmente diferente, nova… uma traição e principalmente pelo tamanho e grossura do pênis do Roberto, as minhas atitudes estavam mudando. Eu gemia igual uma atriz pornô e cheguei a gritar quando o senti encostar-se ao fundo da minha boceta, aquele cacetão cabeçudo, comprido e grosso.
O saco do Roberto batia na minha xana e, por isso eu sabia que todo aquele pauzão estava dentro de mim.

Era incrível a sensação de preenchimento que eu sentia na minha bocetinha. Parecia que ele tinha posto dentro de mim, uma garrafa de refrigerante, mas não posso negar que estava simplesmente delicioso.
O Roberto me pegava pela cintura e dava umas socadas bem fortes, me fazendo gritar e gemer. Ele fazia isso com força, me puxando contra seu pauzão, enterrando tudo em mim.
Isso foi aumentando meu grau de excitação e tesão, e, em menos de cinco minutos, eu estava tendo meu primeiro orgasmo. O safado não parava de me foder.

Ele me chamava de putinha safada, vagabunda e dizia que minha buceta era muito gostosa, mas além da boceta, ele queria comer o meu cuzinho cor de rosa. Eu disse que não aguentaria seu cacetão no meu cu, e aí ele respondeu:
“-Se minha esposa aguenta, por que você não aguentaria? Claro que vai!… Uma putinha gostosa como você, tem que aguentar sim.”

Eu seguida, após umedecer um dedo na minha boceta, ele colocou no meu cu, me tirando um gemido, só que de prazer. O safado percebeu e disse.
“-Você gostou né, sua cadela safada? Quero deixar esse cuzinho sem essas preguinhas que tem e ainda assim, você vai gostar sua safada.”
Não posso negar que aquele palavreado chulo me deixou excitada. Acho que no fundo, toda mulher adora ser tratada como uma puta, na hora do sexo e naquele momento eu estava adorando.

Como ele ainda estava me comendo de quatro e eu já nem sentia a diferença do início, acabei gozando pela 2ª vez, sendo mais forte que na 1ª.
Assim que eu gozei, o Roberto falou:
“-Agora vai ser a vez do cuzinho!… Deita na cama e fique com as pernas pra fora.”
Obedeci ao seu pedido, me deitando de bruços, deixando minha bunda na beira da cama. Apesar de estar numa posição favorável, ele ainda pediu para eu, com minhas próprias mãos, abrir minha bunda e deixar meu cuzinho bem exposto. Foi o que fiz e esperei para receber aquela tora no meu rabo, que mesmo tendo levado muitas vezes o cacete do meu marido, nunca tinha entrado nele algo do tamanho que entraria em seguida.

Para me deixar mais excitada e relaxada, o Roberto deu umas boas chupadas na minha boceta já toda inchada e esfolada e passava sua língua na entrada do meu cuzinho, me deixando com muito tesão.
Eu já estava gemendo com suas chupadas e pedi que ele me fodesse logo, para terminar de vez com minha tortura.

O safado do Roberto passou saliva no seu pauzão e se ajeitou atrás de mim… Segurando aquele pauzão cabeçudo, na entrada do meu pobre cuzinho, ficou forçando. Acho que um pouco porque eu me contraía e pelo tamanho da cabeça do seu pau, não entrava…
Aí ele passou mais saliva no meu cu, deixando-o mais lubrificado. Tentou novamente, deu uma forçada, até que rompeu a barreira, fazendo passar aquela cabeça enorme e mais um tanto do seu pau.

Nesse momento não me foi possível segurar um grito e vários gemidos, tanto que acabei ficando com a boca encostada no colchão, para abafar meu sofrimento. Mesmo assim, o puto do safado não parou de empurrar, fazendo entrar todo seu cacetão comprido e grossão no meu pobre cuzinho, deixando ele totalmente alargado.

Só quando entrou tudo ele parou, e assim ficou esperando eu me acostumar. Como era demais para o que eu estava acostumada, precisei de pelo menos uns três minutos, até que a dor e o desconforto diminuíssem. De vez, o desconforto não passou, mas pelo menos estava melhor que no começo.

Passado esses minutos de sofrimento e mais aliviada, ele começou a tirar quase até ao fim, fazendo entrar tudo de volta. Isso aos poucos foi me deixando mais relaxada e minha excitação começou a aumentar, porque o Roberto estava, com uma mão, masturbando meu clitóris.

Isso me ajudou muito, tanto que depois eu já pedia para ele me foder mais forte.
Quase me arrependi de ter pedido aquilo, porque o Roberto não tinha dó nem piedade do meu cuzinho, fazendo entrar todinho aquele pau até não ter mais o que entrar. Foram pelo menos 10 minutos de sexo anal, até que comecei a sentir que poderia ter um gozo anal. Falei isso ao Roberto, para que me fizesse gozar logo.

Tanto ele e eu só falávamos palavrões. Com um grau de excitação no máximo, eu acabei gozando, recebendo as golfadas de esperma bem no fundo do meu cuzinho. Deu até para sentir, na hora em que ele gozava um aumento da grossura do pau dele na minha bunda. Parece que não parava de sair porra do pau dele, de tantas golfadas de porra do seu pau, que eu senti.

Quando ele tirou seu cacete do meu cu, senti um vazio na bunda. O seu pau já estava um pouco mole e ele foi se lavar, eu precisei ir também, porque a impressão que eu tinha, era que precisava fazer cocô.
Quando me sentei no vaso sanitário, além de um pouco de ar, que até fez barulho de um pum, acabou saindo um monte de porra. Aí pude ver o quanto ele tinha despejado dentro do meu cuzinho.

Como tínhamos praticamente a manhã toda para ficarmos juntos, descansamos por mais de meia hora, até que ele me pediu para chupar seu pau.
Obedeci ao meu patrão, fazendo um boquete bem no capricho, até deixá-lo novamente duro.
Ele disse que não iria comer minha boceta nem meu cu, mas que queria gozar na minha boca.
Eu chupava como podia, já que era impossível colocar tudo na boca. Quando cansava, eu tocava punheta com as mãos.
Ele demorou mais de 15 minutos para gozar novamente.
Percebendo sua agitação e seu pedido de eu por na boca, caí de boca, dei umas poucas chupadas e logo ele começou a jorrar mais um monte de sêmen na minha boca. O safado ainda segurou minha cabeça contra seu pau e, aí fui obrigada a engolir tudo. Cheguei até a me engasgar, porque além da quantidade, seu sêmen era consistente. Parecia um mingau!
Foi um pouco difícil, mas engoli tudo.

Quando era passado de 11h30, saímos do motel. Ele me deixou perto do local do trabalho, onde havia um restaurante para eu almoçar, mas ele foi para casa. Porque seria muito perigoso alguém nos ver juntos.
Na parte da tarde, voltei ao trabalho no horário normal, sentindo minha boceta e principalmente meu cu, bastante sensíveis.

Como meu marido só iria iniciar no seu novo emprego na segunda-feira, após a próxima semana, ainda tivemos tempo de sair mais duas vezes. Nessas duas vezes foi no final do expediente, onde voltei para casa, uma vez com meu cuzinho, e na última com minha boceta com um pouco do gozo do Roberto, já que mesmo lavando, não saía tudo.
Quando cheguei a casa, fui direto tomar banho e, ao tirar a calcinha, tinha escorrido o restante da porra. Menos mal, que meu marido nada percebeu e agora ele está empregado.

Mas o melhor mesmo, é que estou fodendo cada vez mais gostoso com o meu chefe. A verdade é que estamos nos dando muito bem e eu acho até, que o meu marido vai ganhar um aumento.

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